
Outro dia, estava assistindo a um programa sobre COCO de EMBOLADA, discutida dança do norte e nordeste, negócio de negro africano misturado com índio brasileiro, de confusa ou CAFUSA origem, em que se repetem frases curtas, rimadas e satíricas, geralmente dando uma gozada. Diz que a letra da música geralmente não se sabe a origem, rodando nas rodas de boca em boca.
Uma preta, porém, revelou que sua mãe cantava um COCO, inspirado na morte de seu pai:
Eu tenho raiva da morte
que a morte matou meu pai.
A gente mata e vai preso,
a morte mata e não vai.
Uma preta, porém, revelou que sua mãe cantava um COCO, inspirado na morte de seu pai:
Eu tenho raiva da morte
que a morte matou meu pai.
A gente mata e vai preso,
a morte mata e não vai.
Sosígenes Bittencourt









































