Tuesday, June 26, 2012
O castigo do mentiroso
VERDADE é visão, você pode até estar enganado com o que viu, mas sempre verá o mesmo quadro. MENTIRA é invenção, seria preciso escrever, decorar e lidar com as perguntas mais imprevisíveis. Inventar uma MENTIRA é uma coisa, responder a toda pergunta em torno da mentira, seria ter que mentir indefinidamente.
Monday, June 25, 2012
Todo dia
Todo dia, faz 1 ano que fazia 1 ano que havia feito 1 ano. O Passado e o Futuro são dois tempos que não existem. Como o Presente é fugaz, nós estamos indo viver no Futuro, e o passado é a nossa história. Portanto, nós não devemos pensar no Passado para temer o Futuro, mas para esperá-lo. O Passado é a nossa lembrança, e o Futuro, nossa Esperança.
Sosígenes Bittencourt
Sunday, June 24, 2012
Saturday, June 23, 2012
Personagem mal-amanhado
O que ninguém pode entender, na novela Avenida Brasil, é por que Tufão finge gostar de Carminha. Ora, quem finge, tem motivos para fingir. Ou seja, Carminha finge que gosta de Tufão para comer o dinheiro dele, viver nababescamente. Tem lógica. Mas, qual o motivo do fingimento de Tufão. Tufão não tem filho com Carminha, não vive às custas de Carminha, não tem uma relação fetichista com ela, o que poderia caracterizar uma paixão, diz que não a ama, e qual seria o motivo de se submeter à megera? Por qual motivo se deixaria explorar?
Parece que o autor da novela está com a prancheta no colo sem saber que rumo dê aos acontecimentos e que caráter dê aos personagens. Tufão é um personagem mal elaborado, sem lógica, mal-amanhado, do ponto de vista da vestimenta sentimental. Sobretudo, agora, quando se apaixona por Nina. O que diabo tem a cozinheira, senão a própria Débora Falabella, para Tufão ficar enrabichado por ela no contexto do drama? Débora, sim, é uma mulher de beleza aguda, trespassante, parece um cupido. É fêmea de desnortear um monge de pedra. Mas, se se apaixona por Tufão, a lógica da obra vai pro beleléu, pois o seu amor por Jorginho já foi montado com harmonia, com nexo, sem reproche. Acho que o autor da novela está querendo inventar, mas sem criatividade. Basta colocar o estetoscópio no coração do telespectador que sentirá.
Sosígenes Bittencourt
Parece que o autor da novela está com a prancheta no colo sem saber que rumo dê aos acontecimentos e que caráter dê aos personagens. Tufão é um personagem mal elaborado, sem lógica, mal-amanhado, do ponto de vista da vestimenta sentimental. Sobretudo, agora, quando se apaixona por Nina. O que diabo tem a cozinheira, senão a própria Débora Falabella, para Tufão ficar enrabichado por ela no contexto do drama? Débora, sim, é uma mulher de beleza aguda, trespassante, parece um cupido. É fêmea de desnortear um monge de pedra. Mas, se se apaixona por Tufão, a lógica da obra vai pro beleléu, pois o seu amor por Jorginho já foi montado com harmonia, com nexo, sem reproche. Acho que o autor da novela está querendo inventar, mas sem criatividade. Basta colocar o estetoscópio no coração do telespectador que sentirá.
Sosígenes Bittencourt
Thursday, June 21, 2012
A insustentável sustentabilidade
Quando o presidente
do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi convidado a dar uma palavrinha, na Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a delegação de Israel deu o pira, escafedeu-se. Dois bicudos que não se
beijam. Nem parecem da mesma origem, todos Semitas, descendentes de Sem, o menino
de Noé, irmão de Cam e Jafé. Parece Caim, com um cutelo, correndo atrás de Abel.
José Saramago, escritor português, dizia que “os judeus não aprenderam com
o próprio sofrimento, fazendo com os outros aquilo que fizeram com eles.”
Ora, como podem participar de reunião para tratar de sustentabilidade,
povos de relacionamento tão insuportavelmente insustentável? Quer dizer, foram
debater a salvação do planeta, ou foram arengar?
Para os judeus, Jesus foi um rabino, líder e mártir da revolta do próprio
povo judeu, contra o domínio do Império Romano. Já, na cabeça dos islâmicos,
Cristo foi um profeta do amor, que nem Maomé e Isaac. Quer dizer, o ninho dos
profetas é o lugar, religiosamente, mais bagunçado do planeta, o mais
materialista, porque essas brigas são pelo poder, e poder não tem nada a ver
com bem-aventurança, não é caminho de Salvação. Já no Ocidente, é a
mesma coisa. Não são os ateus que se estranham por causa de Jesus, são os
cristãos.
Agora, quem
acredita que a Rio+20 vai resolver a questão da destruição do planeta, se os
megacapitalistas, os neoaristocratas vivem nadando na riqueza às custas da
destruição do mundo?
Certo estava a
escritora cearense Rachel de Queiroz quando disse que “o homem não é merecedor
do Reino que Deus lhe deu.”
Sosígenes Bittencourt
Tuesday, June 19, 2012
Fragmentos
Enquanto colidem opiniões sobre caos aéreo,
passageiros ficam voando em aeroportos.
Sosígenes Bittencourt
Fragmentos
Aproxima-se o São João.
É preciso espigar-se todo para enxergar uma espiga de milho.
Milhas de terra dariam milho aos milhares,
enquanto a fome campeia em milhões de vísceras.
Sosígenes Bittencourt
O filho do repentista e Roberta Close
Quando o filho do repentista chegou em casa,
de volta de viagem a Brasília, o pai perguntou:
- Meu filho, o que você viu em Brasília?
Aí, o menino: - Eu vi Roberta Close, papai.
O pai: - E aí, meu filho?
O filho:
Coloca batom na boca
coloca esmalte no pé,
quer ser homem, mas não pode,
quer ser mulher, mas não é.
Monday, June 18, 2012
São João e São João
Das três maiores festas anuais, o São João é a mais singela e tradicional. O Ano Novo nos trespassa de tristeza, porque sugere a contagem do tempo e amontoa os mortos. Abrimos álbum de retrato e botamos pra chorar. O Carnaval é uma festa perigosa, de extravasar frustrações. O pessoal só falta correr nu pela rua.
O São João é uma festa mais pacata, que relembra nossas tradições mais atávicas, nossas raízes culturais. Lembro-me do São João das ruas sem calçamento. O mundo parecia um terreiro só. As mulheres cruzavam as pernas, enfiavam as saias entre as coxas, para ralar o milho e o coco, enquanto os homens plantavam o machado nos toros de madeira para fazer as fogueiras. À tardinha, a panela virava uma lagoa de caldo amarelo onde fervia o maná das comezainas juninas. A meninada ensaiava o jeito de ser homem e mulher. De chapéu de palha, bigode a carvão e camisa quadriculada, era quando podíamos chegar mais perto das meninas sem levar carão nem experimentar a sensação de pecado. O coração se alegrava quando sonhávamos com a liberdade de adultos que teríamos um dia. Batia uma gostosíssima impressão de que estávamos bem próximos de fazer o que não podíamos fazer. Os ensaios de quadrilha relembravam a tristeza do último dia. Pois um ano durava uma eternidade, as horas eram calmas, podíamos acompanhar a réstia do sol e contar estrelas. Pamonha, canjica e pé-de-moleque eram tarefas de dona de casa prendada, de quem o marido se gabava. Tudo era simples e barato, ninguém enricava com a festa. A novidade era a radiola portátil, e os conjuntos eram pobres de tecnologia, mas os instrumentos ricos de som e harmonia, manuseados com habilidade e gosto, na execução do repertório da festa do milho. Quando São Pedro se ia, ficava um aroma de saudade na fumaça das derradeiras fogueiras e no espocar dos últimos fogos.
Sosígenes Bittencourt
O São João é uma festa mais pacata, que relembra nossas tradições mais atávicas, nossas raízes culturais. Lembro-me do São João das ruas sem calçamento. O mundo parecia um terreiro só. As mulheres cruzavam as pernas, enfiavam as saias entre as coxas, para ralar o milho e o coco, enquanto os homens plantavam o machado nos toros de madeira para fazer as fogueiras. À tardinha, a panela virava uma lagoa de caldo amarelo onde fervia o maná das comezainas juninas. A meninada ensaiava o jeito de ser homem e mulher. De chapéu de palha, bigode a carvão e camisa quadriculada, era quando podíamos chegar mais perto das meninas sem levar carão nem experimentar a sensação de pecado. O coração se alegrava quando sonhávamos com a liberdade de adultos que teríamos um dia. Batia uma gostosíssima impressão de que estávamos bem próximos de fazer o que não podíamos fazer. Os ensaios de quadrilha relembravam a tristeza do último dia. Pois um ano durava uma eternidade, as horas eram calmas, podíamos acompanhar a réstia do sol e contar estrelas. Pamonha, canjica e pé-de-moleque eram tarefas de dona de casa prendada, de quem o marido se gabava. Tudo era simples e barato, ninguém enricava com a festa. A novidade era a radiola portátil, e os conjuntos eram pobres de tecnologia, mas os instrumentos ricos de som e harmonia, manuseados com habilidade e gosto, na execução do repertório da festa do milho. Quando São Pedro se ia, ficava um aroma de saudade na fumaça das derradeiras fogueiras e no espocar dos últimos fogos.
Sosígenes Bittencourt
Sunday, June 17, 2012
Desarmados e Desalmados
No Brasil, é proibido usar arma de fogo sob o pretexto de se defender.
Como bandido não tem o pretexto de se defender, anda armado para matar.
Como o Governo não oferece Segurança aos seus moradores, a vida dos DESARMADOS fica nas mãos dos DESALMADOS.
Sosígenes Bittencourt
Saturday, June 16, 2012
Fragmentos
Com celular, fica CLARO que você tem que ser VIVO
e não dar um OI a estranho. TIM, ou não?
Sosígenes Bittencourt
Thursday, June 14, 2012
Carminha comete Hybris
Em termos de artes cênicas, dramaturgia, nós não assistimos ao filme, à novela, ao teatro, mas participamos, amamos e odiamos por identificação com os personagens.
Na novela Avenida Brasil, a megera Carminha encarna um animal muito encontradiço, que é quem comete o que os gregos chamavam de hybris, ou seja, descomedimento, excesso, arrogância, indo de encontro aos deuses. Ora, na visão da mitologia, os deuses, ultrajados, não punem quem comete hybris, porque não precisa, a própria hybris volta-se contra quem a praticou. Seria uma espécie de “o ruim por si se destrói.”
Carminha comete hybris quando o seu erro é consequência de uma paixão descontrolada, não querendo avaliar, com prudência, a relação de causa e efeito sobre o que pratica. Carminha não pede perdão por querer o perdão, mas por querer continuar enganando Tufão para manter seu namoro com Max.
Em Rei Édipo, de Sófocles, a hybris cometida por Édipo foi desafiar Tirésias, um cego que enxergava a verdade, teimando em não reconhecer que, mediante evidências, ele havia matado o próprio pai e desposado a própria mãe, terminando por furar os olhos com um alfinete.
A novela é extremamente bem confeccionada, levando o telespectador a se mexer na cadeira de tanto que identifica o personagem ou se identifica com o personagem.
Sosígenes Bittencourt
Na novela Avenida Brasil, a megera Carminha encarna um animal muito encontradiço, que é quem comete o que os gregos chamavam de hybris, ou seja, descomedimento, excesso, arrogância, indo de encontro aos deuses. Ora, na visão da mitologia, os deuses, ultrajados, não punem quem comete hybris, porque não precisa, a própria hybris volta-se contra quem a praticou. Seria uma espécie de “o ruim por si se destrói.”
Carminha comete hybris quando o seu erro é consequência de uma paixão descontrolada, não querendo avaliar, com prudência, a relação de causa e efeito sobre o que pratica. Carminha não pede perdão por querer o perdão, mas por querer continuar enganando Tufão para manter seu namoro com Max.
Em Rei Édipo, de Sófocles, a hybris cometida por Édipo foi desafiar Tirésias, um cego que enxergava a verdade, teimando em não reconhecer que, mediante evidências, ele havia matado o próprio pai e desposado a própria mãe, terminando por furar os olhos com um alfinete.
A novela é extremamente bem confeccionada, levando o telespectador a se mexer na cadeira de tanto que identifica o personagem ou se identifica com o personagem.
Sosígenes Bittencourt
Wednesday, June 13, 2012
Fragmentos
Eu inspiro o ar do MAR, eu me inspiro com o MAR,
mas o que vejo na paisagem são os tempos do verbo AMAR.
Sosígenes Bittencourt
Tuesday, June 12, 2012
Sunday, June 10, 2012
Pantim de Ditadura
Antigamente, homossexualismo era coisa aprendida, hoje é coisa ensinada. Esta é a questão. A psicóloga Rozângela Justino teve o seu diploma cassado pelo Conselho Federal de Psicologia, porque estava tratando de um homossexual que lhe pedira atendimento. Ora, a malícia está em "criminalizar" opinião, convicção. Dona Rozângela não pode ter opinião contrária ao Conselho. O que caracteriza Ditadura é a imposição, o autoritarismo.
Deixa eu colocar melhor a questão. Se um cidadão é homossexual e está "transtornado" por sê-lo, desejando deixar de ser, esse assunto pertence a que área do conhecimento humano? Odontologia, oftalmologia, ortopedia? Ou deveria procurar um Engenheiro Civil? Transtorno é um problema que, pelo que saiba, deve ser tratado por psicólogo. Eu conheci um cidadão que enlouqueceu porque perdeu um dedo. Ora, ele foi aposentado em cima de um parecer psicológico, não por um ortopedista.
Sosígenes Bittencourt
Saturday, June 09, 2012
Homoafetividade?
Que danado é homoafetividade? Eu conheço Homossexualidade e Afetividade. Homoafetividade seria o quê? Afetividade entre homossexuais? Meu Deus do Céu! Afetividade existe entre pessoas do mesmo sexo e não tem nada a ver com homossexualidade. HOMOSSEXUALIDADE é homem querendo ser homem de homem e mulher querendo ser mulher de mulher. O que existe é um homem sentindo prazer sexual com outro homem e mulher sentindo prazer sexual com outra mulher. Existe AFETIVIDADE entre pai e filho e entre mãe e filha, entre amigos e amigas. Se HOMOAFETIVIDADE significa “afetividade” entre pessoas do mesmo sexo, então entre pai e filho existe. Agora, entre pessoas do mesmo sexo que se beijam e se comem, meus nobres engolidores de corda, o que existe é HOMOSSEXUALIDADE. Vamos estudar, gente, se aprofundar mais nos assuntos, deixar de ser tão maria vai com as outras.
Sosígenes Bittencourt
Friday, June 08, 2012
Elise Matsunaga, a açougueira do Satanás
O cara
que morre, assassinado por uma mulher, leva um terrível azar. Em relação ao que
o homem mata, estatisticamente, mulher não mata ninguém. Dona Elise parece um
macho. Cadeia nela, sem meias palavras nem romantismos vagos. Na frente dela,
Xuxa só mereceria o Purgatório. A galega esquartejou a vítima, ensacou o
cangaço e desfilou pela cidade com o defunto a bordo de automóvel, é uma açougueira
do Satanás.
Na realidade, o que nos impede
a compaixão da HOMICIDA é o requinte de perversidade na execução da VÍTIMA. O
ritual macabro que acompanha o homicídio leva-nos a crer que o crime não fora
por violenta emoção, mas premeditado, pensado, concatenado, PROVA do caráter
antissocial da carniceira do Diabo.
Sosígenes Bittencourt
Wednesday, June 06, 2012
Lua e mãe ninando menino
Lá fora tem uma lua no céu.
Quem viu a lua?
A mãe pega o bebê, põe no braço e começa a cantarolar: - Cadê a lua, meu filhinho? Cadê a lua?...
E o menininho balançando o cocãozinho, como se procurasse alguma coisa no céu.
- Olha a lua, meu filhinho... Cadê a lua?...
E o menininho levantando o cocãozinho, como se entendesse um pouquinho.
- Luuuuuuuuuuuua... Luuuuuuuuuuuua...
- Cadê a lua?...
E a lua lá no céu...
Sosígenes Bittencourt
Tuesday, June 05, 2012
Reflexões em torno do caso Xuxa
Se Xuxa foi estuprada quando criança, abusada até os 13 anos, por que não se assombrou com Pelé, aos 17 anos?
Se não contou aos pais, porque se considerava culpada, por que, agora, essa palhaçada?
Se Xuxa chora por haver sido violentada por animais masculinos, por que viveu de sexalegrar meninos?
E se sabia dar conselhos, por que não seguiu seus conselhos?
Xuxa foi cometa, astro que nasce aqui e afunda na escuridão. Passou. Alguém quis ressuscitá-la e ela engoliu a corda. Aliás, ensacou a grana. A ideia foi brilhante: um dramalhão. Viveu sorrindo, cantando, dançando, ganhou dinheiro, fez tudo o que quis, realizou seus sonhos, por que esse chororéu agora? Violência sexual nenhuma jamais atrapalhou sua felicidade, impôs-lhe nenhuma frustração, por que essa lamúria aos quatro ventos? Qual a lição e grandeza do gesto?
Sou do tempo em que urinar na rua era falta de educação e deflorar moça donzela era pecado; tempo em que ladrão usava máscara; que qualquer adulto era considerado pai de toda criança; menino vinha pelo bico da cegonha e sexo se descobria sozinho.
A televisão sexualiza a adolescência e escandaliza com a consequência. Quer dizer, ganha dos dois lados. Ganha quando sexualiza e ganha quando escandaliza. A Xuxa foi usada para esses fins. Porque a televisão não está comprometida com o Estado de Direito, está comprometida com o lucro. E quem está comprometido com o Estado de Direito concede os canais de Televisão e usufrui da mídia para se promover. Por isso, um alemão disse que só vinha ao Brasil fazer visita, chamou-nos de "hitleristas", disse que nós não respeitamos Lei, cada um faz o que lhe dá na telha.
Sosígenes Bittencourt
Monday, June 04, 2012
Licor de Jenipapo
Acabei de ganhar uma garrafa de Licor de Jenipapo. Fazia tempo que eu não tomava um licor caseiro. Começo a prelibar, antegozar o momento de bebericá-lo, imaginando-lhe o gosto, pelo olfato. Não se pode destampar uma garrafa de licor, no vexame, sem o menor pudor, ou sem a inteligência de botar pra sonhar. É preciso ser feliz, usufruir desse momento, porque a felicidade não é um grande evento, ela é feita de pequenas felicidades. Eu também me senti muito feliz ao esbarrar no portão, de olhos pendurados numa mulher que estava desfilando em frente aqui de casa. A mulher era tão bonita, tão cheirosa, entonada numa jeans de marca, com um sapato branco e o decote fazendo sanefa no horizonte dos seios, que eu fiquei abestalhado. Deu a impressão de que o amor não é uma ideia, é o instinto. Não é possível ser infeliz, com tantas felicidades encangadinhas umas nas outras. Basta prestar a atenção.
Fui ao computador e imprimi um adesivo, com o registro do presente: Licor de Jenipapo. E ainda fiz uma graça, imprimi um jenipapinho e colei no pescoço da garrafa. Eu não sei quem disse àquela menina que ela tem uma boca licorosa. Eu penso que é hormônio que trescala. Penso que seria excepcional tomar uma delicada mordida no nariz antes de beijá-la.
O jenipapo é uma fruta da família das rubiáceas, mesma família botânica que produz o grão para fazer café. Em Guarani, significa “fruta para pintar”. Ora, se você ganhou alguma coisa, faça o mesmo, pinte com palavras o que você sentiu. Como diria o poeta Affonso Romano de Sant’Anna: Arte e vida se misturam. Fantasia e realidade se acrescentam.
Sosígenes Bittencourt
Invenção em torno da minha morte ou o verbo "morrer-me"
É tanta invenção em torno da minha morte, que inventei o verbo "Morrer-me". Verbo que não pode ser conjugado em todas as pessoas. É assim: tu me morres, ele me morre, vós me morreis, eles me morrem. Por quê? Porque nem eu morro nem ninguém tem coragem de me matar. Então, eu não sou morto, sou MORRIDO.
Bom frisar que morrer de mentira faz mais sucesso do que morrer de verdade, não é todo dia que se é um morto andando pela cidade.
Portanto, todo mundo morre, mas, comigo, é diferente, todo mundo "me morre".
- Sosígenes, você andou morrendo?
- Não, meu nobre, andaram "me morrendo".
Sosígenes Bittencourt
Homofobia?
Homofobia é palavra mal inventada. HOMO significa “mesmo”, FOBIA significa “medo”. Eu perguntaria: Quem tem medo de homossexual? Quem tem medo desses menininhos franzinos, delicados, cheios de caprichos bobos, com vozinha de mulher, que dão as costas para o seu parceiro, numa postura de total e absoluta passividade? Outro detalhe. Quem deve sentir ódio, cujo sentimento pode promover perversidade ou extermínio, é alguém que está envolvido com a HOMOSSEXUALIDADE, porque o heterossexual não sente nada com esse pessoal. Eu acho que quem mata homossexual é ASSASSINO e, a menos que em legítima defesa, deve ser condenado por homicídio, não por homofobia. Isto é uma bobagem, uma invenção idiota, que só frutifica na cabecinha de brasileiro bobo. Isto é falta de leitura, profundidade, falta de inteligência. Isto é armação de governos imbecilizantes, comprometidos com a Nova Ordem Mundial, lacaios da Globalização.
Homicida é homicida, é animal antissocial. Também não se pode CRIMINALIZAR opinião. O heterossexual não pode ser INCRIMINADO por HOMOFOBIA, porque não gosta de homossexual, nem o homossexual pode ser INCRIMINADO por HETEROFOBIA, porque não gosta de heterossexual. É outra imensa idiotice. Tudo que acontece entre um HETERO e um HOMO é HOMOFOBIA. Daqui a pouco, o indivíduo que espancar uma pessoa gorda será acusado de GORDOFOBIA. Ora, vamos estudar, pessoal!
Sosígenes Bittencourt
Saturday, June 02, 2012
OS ESCOMBROS DA SEXUALIDADE
Isto é
minha amiga Aninha Marques, fazendo macaquice dentro de uma casa de taipa.
Não conhecia esse tipo de fetiche sexual. Muito massa! O mistério poderia ser revelado sob o título: OS ESCOMBROS DA SEXUALIDADE.
Sosígenes Bittencourt
Não conhecia esse tipo de fetiche sexual. Muito massa! O mistério poderia ser revelado sob o título: OS ESCOMBROS DA SEXUALIDADE.
Sosígenes Bittencourt
O Cabaré do meu tempo
Eu estava na mocidade. O cabaré tinha muito o que nos ensinar. Foi no tempo em que um beijo engatava o sentimento amoroso. As prostitutas eram versadas na arte de enganar. Dava-nos a impressão de que nos amavam. Aquelas eram as virtuais prostitutas. Acertavam o Kama Sutra, entre goles de bebidas e boa música, e mereciam ser remuneradas. Remunerá-las era LEI. Ninguém poderia passar "seixo". "Seixo" seria como praticar um crime, cuja punição era ficar no gelo. Dona Zefinha Menezes punia severamente. Vi-a abanar a mão no focinho de um ladrão, porque não pagara o aluguel do "amor" a uma de suas moradoras. A Zona de Baixo Meretrício dava aula de boa conduta. Requiescat in pace!
Sosígenes Bittencourt
Thursday, May 31, 2012
Faleceu dona Zefinha Menezes
(LEMBRANÇA)
A última proprietária de bar do velho cabaré de Vitória (PE), dona Zefinha Menezes, fazia aniversário no dia de Nossa Senhora da Conceição. Completando 90 verões, uma vez que aqui não faz primavera, fomos comemorar a data em Mané Peixe, na Av. 15 de Novembro. No restaurante, Paulo Lavoura, Eraldo Boy e eu éramos as celebridades de uma mesma geração. Só faltou o garçon Fritz, que está com Jesus.
Nascidos na década de 50, começamos a frequentar o cabaré, lá pelos mil novecentos e sessenta e alguma coisa.
Dona Zefinha ficou famosa pelo feijão verde com carne de sol na brasa que nos servia, desde a hora do almoço até a madrugada. A cerveja era geladíssima, fermentada, e a música era, de The Fevers a Roberto Carlos, passando por Nelson Gonçalves, Núbia Lafayete e Ângela Maria. As mulheres usavam pó compacto, tinham educação e nos banhavam depois do amor.
Nossa homenageada, nonagenária, estava contente. Tomou umas talagadas de Whisky, recebeu presentes e pediu que Deus nos abençoasse. Contou que era feliz porque fez tudo que gostava na vida. Trabalhou, amou, passeou muito, por isso envelhecia sem graves problemas psíquicos ou de natureza física, além dos achaques naturais da velhice.
Em breve discurso, arranquei aplausos para aquela época, chamando-a de tempo de paz. Comida saudável, música bonita, mulheres femininas e ruas tranquilas para o livre trânsito dos mortais. Salientei que dona Zefinha impunha mais respeito no seu bar, na Zona de Baixo Meretrício, do que os diretores nas Escolas Públicas hoje em dia. Foi um verdadeiro espetáculo!
Requiescat in pace!
Sosígenes Bittencourt
Wednesday, May 30, 2012
Quem pode perdoar?
O grande equívoco é que quem pode perdoar é quem pode castigar, é o Juiz, o Carrasco, o Papa. Quem é castigado não pode perdoar, quem está com o pescoço sob a guilhotina não pode perdoar o carrasco, não lhe cabe o perdão. O perdão do torturado, do moribundo não tem cabimento, é subserviência, pura covardia.
Eu só posso perdoar o meu malfeitor, se eu inverter a posição, tomar-lhe a arma e apontá-la para a sua cabeça. Perdoar a quem deseja me matar é filosoficamente fora de sentido.
Sosígenes Bittencourt
Tuesday, May 29, 2012
Liberdade de Expressão e Difamação
Ocorrência no Face
Infelizmente, tem internauta que não tem opinião formada sobre nada, mas dá pitaco na opinião dos outros. De si mesmo, ele não cria absolutamente nada, mas bota pra tagarelar sobre o que não entende. LIBERDADE DE EXPRESSÃO é a coisa mais saudável que existe, todos a defendem, mas DIFAMAÇÃO é crime, ultrapassa os limites. É crime Contra a Honra atribuir a alguém fato ofensivo a sua reputação. E a penalidade pode ir de 3 meses a 1 ano e multa. O conselho está dado, não estou vendendo conselho. Quando falei sobre o CÂNCER, não ofendi a honra de ninguém. E tenho pleno direito de exercer a liberdade de falar, não do ponto de vista clínico, mas emitir opinião sobre CARCINOMA, SARCOMA, METÁSTASE e NEOPLASIA MALIGNA, até ridicularizar a morte. Senão, todos os cineastas que criaram PELÍCULAS DE TERROR teriam sido condenados. E não me excluo do deboche, se é que preciso exemplificar. Quando tive DENGUE, vi a morte me rondando o leito. E a minha tradução foi a seguinte: A Dengue passa 3 dias incubada e 5 dias fazendo munganga para te matar. E eu estava me referindo a mim mesmo. Portanto, eu não estou no Face para INJURIAR, DIFAMAR, CALUNIAR quem quer que seja. É bom ficarem todos de sobreaviso, para ninguém contrair Processo por causa de uma frase sobre uma doença.
Sosígenes Bittencourt
Monday, May 28, 2012
Não ria se puder
MATUTA NAS OROPA
Uma matura maranhense visitou Portugal e disse que o chão da capital era forrado de ouro roubado do Brasil. Perguntada sobre o que viu na Inglaterra, ela respondeu: - Até as criancinhas falam INGRÊI. E quando a gente se despede, eles dizem: TANQUE AU AU.
Sosígenes Bittencourt
Sunday, May 27, 2012
Felicidade
Um cidadão, aqui na rua, amanheceu botando Roberto Carlos pra tocar. Imagine a música que você quiser do repertório do Rei e o palco do evento. O dia amanhecendo, o céu nublado e os passarinhos alvoroçados e cantantes, saltitando sobre o telhado dos escombros da fábrica de bolacha. E imagine que ainda tem gente esperando a felicidade chegar.
Sosígenes Bittencourt
Saturday, May 26, 2012
Noz de cola e Coca-Cola
Eu saboreei Coca-Cola decente, manufaturada à base de noz de cola, uma castanha da África Tropical, extraída da coleira, árvore esterculiácea, cuja semente contém alcalóides tônicos, aperitivos e cafeína.
Hoje, tomamos um xarope que simula o cheiro e o gosto da Cola, palavra de etimologia sudanesa.
A Coleira também é apelidada de ORIBI, OROBÓ, ERVILHA DE POMBO e JERO. Contudo, se Coca-Cola matasse, o mundo não estaria tão povoado, o que não implica em você substituir água por Coca-Cola, meu insigne brucutu barbeado.
Hoje, tomamos um xarope que simula o cheiro e o gosto da Cola, palavra de etimologia sudanesa.
A Coleira também é apelidada de ORIBI, OROBÓ, ERVILHA DE POMBO e JERO. Contudo, se Coca-Cola matasse, o mundo não estaria tão povoado, o que não implica em você substituir água por Coca-Cola, meu insigne brucutu barbeado.
Sosígenes Bittencourt
Thursday, May 24, 2012
Rimas Pernambucanas
Salgadinho, Salgueiro e Panelas
Água Preta, Águas Belas
Cortês e Custódia
Orobó e Orocó
Bezerros, Lagoa dos Gatos
Sairé e Saloá
Sanharó e Santa Maria do Cambucá
Aliança e Calçado
Pedra, Lajedo e Granito
São José do Egito
Gameleira e Afogados da Ingazeira
Taquaritinga do Norte e
São Benedito do Sul
Serinhaém e Tracunhaém
Bonito, Rio Formoso
Quipapá e Gravatá
Inajá e Itamaracá
Frei Miguelinho, Santa Terezinha
Petrolina e Petrolândia
Camarajibe e Santa Cruz do Capibaribe
Goiana e Cumaru
Camutanga, Ipubi e Jupi
Camucim e Itapetim
Poção, Pombos
Xexéu e Exu
Calumbi e Caruaru
Iati e Ouricuri
Agrestina e Abreu e Lima
Moreno e Amaraji
São Caetano, São Joaquim do Monte
São José da Coroa Grande
São José do Belmonte
Solidão e Tacaimbó
Jaboatão e Cabrobó
Ibirajuba, Itacuruba
Jataúba e Timbaúba
Palmares e Palmeirinha
Vertentes e Verdejante
Macaparana, Paranatama
Tuparetama e Toritama
Cedro, Machados e São João
Triunfo, Venturosa e Glória
Vitória de Santo Antão
Sosígenes Bittencourt
Água Preta, Águas Belas
Cortês e Custódia
Orobó e Orocó
Bezerros, Lagoa dos Gatos
Sairé e Saloá
Sanharó e Santa Maria do Cambucá
Aliança e Calçado
Pedra, Lajedo e Granito
São José do Egito
Gameleira e Afogados da Ingazeira
Taquaritinga do Norte e
São Benedito do Sul
Serinhaém e Tracunhaém
Bonito, Rio Formoso
Quipapá e Gravatá
Inajá e Itamaracá
Frei Miguelinho, Santa Terezinha
Petrolina e Petrolândia
Camarajibe e Santa Cruz do Capibaribe
Goiana e Cumaru
Camutanga, Ipubi e Jupi
Camucim e Itapetim
Poção, Pombos
Xexéu e Exu
Calumbi e Caruaru
Iati e Ouricuri
Agrestina e Abreu e Lima
Moreno e Amaraji
São Caetano, São Joaquim do Monte
São José da Coroa Grande
São José do Belmonte
Solidão e Tacaimbó
Jaboatão e Cabrobó
Ibirajuba, Itacuruba
Jataúba e Timbaúba
Palmares e Palmeirinha
Vertentes e Verdejante
Macaparana, Paranatama
Tuparetama e Toritama
Cedro, Machados e São João
Triunfo, Venturosa e Glória
Vitória de Santo Antão
Sosígenes Bittencourt
Monday, May 21, 2012
Quem merece palmada?
São esses adultos que querem dar palmada em criança, ou são eles que merecem levar umas palmadas?
Agora, o erro grave está no sistema que proíbe palmada e libera sacanagem pra criança. Quer dizer, querem cuidar dos efeitos sem tratar as causas. Cuidam do castigo, sem cuidar da educação. Criança imita adulto porque não tem coisa melhor para imitar.
Agora, o erro grave está no sistema que proíbe palmada e libera sacanagem pra criança. Quer dizer, querem cuidar dos efeitos sem tratar as causas. Cuidam do castigo, sem cuidar da educação. Criança imita adulto porque não tem coisa melhor para imitar.
Sosígenes Bittencourt
Educação faz de conta
Primeiro, é preciso saber se o percentual estará sendo
totalmente investido na Educação e de que maneira estará sendo investido.
Depois, é preciso entender que o investimento em educação
é a maior ECONOMIA, enquanto que a economia em educação é o maior PREJUÍZO.
É por isso que o pastor Waldemiro Santiago cobra 10% em
nome do Pai, 10% em nome do Filho, e 10% em nome do Espírito Santo. Cobra de
quem não tem educação e porque não tem educação.
Mas, o pior é que os responsáveis pela educação não têm
educação. No Brasil, o professor não pode reprovar, logo faz de conta que
ensina. O aluno não pode ser reprovado, logo faz de conta que estuda. Aí, como tudo é mentira, o Estado faz de conta que
paga.
Sosígenes Bittencourt
Sunday, May 20, 2012
Era do Silêncio
Tudo que há de bom, em mim, é resultado da DISCIPLINA do meu tempo.
Sou da Era do Silêncio, quando tudo podia ser observado e sentido com paciência.
Sou do tempo em que havia tempo de acompanhar a réstia do sol
e contar estrelas.
Sou do tempo em que o coral dos grilos compunham a sonoplastia das estrelas.
Escola não era lugar de DISTRAÇÃO, era lugar de CONCENTRAÇÃO.
Sosígenes Bittencourt
Sou da Era do Silêncio, quando tudo podia ser observado e sentido com paciência.
Sou do tempo em que havia tempo de acompanhar a réstia do sol
e contar estrelas.
Sou do tempo em que o coral dos grilos compunham a sonoplastia das estrelas.
Escola não era lugar de DISTRAÇÃO, era lugar de CONCENTRAÇÃO.
Sosígenes Bittencourt
Saturday, May 19, 2012
Terrorismo à vitoriense
Espalharam nas escolas, em Vitória de Santo Antão, que iriam matar os alunos. O primeiro alvo seria o Colégio Municipal 3 de Agosto. É possível que tenha sido obra de algum analfabeto funcional, revoltado com o seu boletim mensal. Aprendeu que, em escola, é proibido reprovar. Nos idos de antigamente, aluno traquinas ia de joelhos sobre grãos de milho, com a banca de estudo na cabeça.
Seja lá o que tenha havido, é um caso para perícia de Polícia Especializada. Os alunos já aprendem com dificuldade por causa da falta de concentração no mundo acelerado em que vivem, ainda mais paralisados de medo? É caso, seriíssimo, de Segurança Pública. O Impostômetro, em São Paulo, apontou, no mês passado, 500 bilhões de arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais. Cadê o dinheiro?
Seja lá o que tenha havido, é um caso para perícia de Polícia Especializada. Os alunos já aprendem com dificuldade por causa da falta de concentração no mundo acelerado em que vivem, ainda mais paralisados de medo? É caso, seriíssimo, de Segurança Pública. O Impostômetro, em São Paulo, apontou, no mês passado, 500 bilhões de arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais. Cadê o dinheiro?
Em Vitória, ameaça de morte, bota todo mundo pra correr. O pior é que, quanto mais correm, mais correm risco de morte, correndo para Caiçara, Dois Terreiros, Maués, Alto da Balança, Primitivo de Miranda e o cabaré do final da Avenida Mariana Amália.
Sosígenes Bittencourt
Friday, May 18, 2012
Porta aberta
Eu nunca mandei ninguém embora nem bati a porta a quem retornou. Também não corro atrás de pássaro errante, sou do meu ninho.
Sosígenes Bittencourt
Sosígenes Bittencourt
Morrer e Continuar
A morte não é uma despedida desconhecida, de tanto que morremos na vida. A primeira grande despedida é a morte de nossa infância. É uma dádiva estranha, como morrer e estar vivo, enlouquecer sem perder o juízo.
Sosígenes Bittencourt
Thursday, May 17, 2012
Dignidade natural
Na realidade, homofobia não é coisa de heterossexual. Heterossexual não se sente incomodado com homossexual. Heterossexual que mata homossexual é assassino. Acusar heterossexual, que mata, de homofobia é desviar a atenção e estabelecer discriminação. Quem mata negro, mulher, religioso, estrangeiro, não é racista, não é xenófobo, é criminoso. Apesar das diferenças que distinguem 7 bilhões de habitantes que habitam o planeta, uma coisa é igual: a dignidade natural. O respeito ao ser humano é direito e dever de todo ser humano.
Sosígenes Bittencourt
Celeuma em torno de nome de bairro na cidade
O nome
da genitora do prefeito, que hoje dá nome a um bairro na cidade, era M I L I T I N A. Não sei onde foram arrumar esse
"R" de Milit-r-ina. O povo escreve Gato com "J" e Jacaré
com "G". Vôte!
Acho
que é porque pronunciam "MIRITRIZ" no lugar de MERETRIZ. É a boca
troncha do povo, a falta de curiosidade léxica. O analfabeto funcional fala, mas não sabe o que diz. Vôte!
Também
acho que é porque chamam bacia sanitária de LATRINA. Aí, ficam com aquele
sonzinho no ouvido, LATRINANDO, LATRINANDO... Vôte!
Sosígenes Bittencourt
Wednesday, May 16, 2012
Psicologia e Medicamentologia
PSICOLOGIA é um ramo do Conhecimento Humano desprestigiado pela MEDICAMENTOLOGIA mercadológica. É falta de reconhecimento proposital. Veja bem: nós só sentimos emoção porque pensamos. O coração, por exemplo, é a metáfora do amor. Ele não gera amor, ele é o termômetro, a mente é que ama. A Medicina anatomofisiológica foge das causas emocionais das doenças, como o diabo foge da cruz, embora a Psicologia não negue a necessidade de tratamento farmacológico para o corpo doente.
Sosígenes Bittencourt
Monday, May 14, 2012
Pitaco Esportivo
Mito e Entendimento
O futebol é uma disputa e não uma guerra. Quer dizer, um ganha, mas o outro permanece vivo. A vitória de um não implica na morte do outro. Portanto, o torcedor deve alegrar-se com a sua vitória, não alegrar-se com a derrota do seu competidor. O Sport, o Santa Cruz e o Náutico são mitos na mente do torcedor. E o MITO é o primeiro estágio da mente na busca do ENTENDIMENTO. Quanto entendimento há, sobre a vida, na Mitologia greco-latina, por exemplo. Então, por que não transformar o MITO do futebol em ENTENDIMENTO, para desfazer o DESENTENDIMENTO?
O futebol é uma disputa e não uma guerra. Quer dizer, um ganha, mas o outro permanece vivo. A vitória de um não implica na morte do outro. Portanto, o torcedor deve alegrar-se com a sua vitória, não alegrar-se com a derrota do seu competidor. O Sport, o Santa Cruz e o Náutico são mitos na mente do torcedor. E o MITO é o primeiro estágio da mente na busca do ENTENDIMENTO. Quanto entendimento há, sobre a vida, na Mitologia greco-latina, por exemplo. Então, por que não transformar o MITO do futebol em ENTENDIMENTO, para desfazer o DESENTENDIMENTO?
Sosígenes Bittencourt
Pitaco Esportivo
Sport 2 x 3 Santa Cruz
Eu penso que rubro-negro não tem nada a ver com a vitória do Santa Cruz. Se o Santa Cruz ganhou porque o sistema é injusto, não interessa, pois o sistema é legal, uma vez que foi aceito por todos. Assim, o Corínthians teria sido decretado campeão de São Paulo. Depois, o melhor não é, necessariamente, o campeão. Haja vista o que aconteceu com o Barcelona, diante do Chelsea. Se o Santa Cruz foi campeão com um gol de impedimento, eu também não tenho nada a ver com isso. Mangar de quem ganhou é decretar publicamente a derrota. Por outro lado, o torcedor do Santa Cruz deve comemorar a vitória do seu clube, não a derrota do seu adversário. Em resumo, quem ganha deve estar feliz com a sua vitória, e não estar contente com a derrota do seu adversário. Afinal, a minha felicidade não depende do sofrimento do meu semelhante. O filósofo italiano Antonio Gramsci (1891-1937) dizia que "Também nos afetos é preciso ser inteligente."
Sosígenes Bittencourt
Dia das Mães
Hoje é dia das mães.
Ontem foi dia das mães.
Amanhã será dia das mães.
Todo dia, todo tempo é dia das mães.
Enquanto houver uma pulsação de amor,
onde houver o ato da fecundação
será momento de se comemorar a vida.
Hoje é dia da vida, é dia do mundo.
Não foi em vão que já se chamou a natureza
de Mãe Natureza.
Hoje é dia do instinto,
do misterioso impulso para a multiplicação,
de toda forma de vida,
dos microorganismos, de todos os animais, dos vegetais.
Hoje é dia das mães.
Hoje é dia da vida.
Hoje é dia de Deus.
Sosígenes Bittencourt
Ontem foi dia das mães.
Amanhã será dia das mães.
Todo dia, todo tempo é dia das mães.
Enquanto houver uma pulsação de amor,
onde houver o ato da fecundação
será momento de se comemorar a vida.
Hoje é dia da vida, é dia do mundo.
Não foi em vão que já se chamou a natureza
de Mãe Natureza.
Hoje é dia do instinto,
do misterioso impulso para a multiplicação,
de toda forma de vida,
dos microorganismos, de todos os animais, dos vegetais.
Hoje é dia das mães.
Hoje é dia da vida.
Hoje é dia de Deus.
Sosígenes Bittencourt
Sunday, May 13, 2012
Saturday, May 12, 2012
Quadro de Frases
A vida é breve,
a ciência é grande,
a ocasião é fugaz,
a experiência é perigosa,
o julgamento é difícil.
Hipócrates de Cós
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