É
função de quem LÊ e ESCREVE, sobretudo quando publica o que escreve, facilitar,
pedagogicamente, para a compreensão do LEITOR.
Por
exemplo, o ABORTO é matéria que pode, evidentemente, ouvir a opinião do
Presidente da República, mas não é matéria a ser decidida pelo Presidente da
República.
Quando
o Supremo Tribunal Federal decide pelo aborto em fetos ANENCÉFALOS (sem
cérebro) estão no uso de suas atribuições e não estão acatando nem rejeitando a
opinião do Presidente da República.
O
que o povo quer é que o Representante do Executivo mande no LEGISLATIVO e no
JUDICIÁRIO, o que caracterizaria um rompimento com a INTERDEPENDÊNCIA de
poderes e recrudesceria os anseios ditatoriais do governante. Quer dizer, o
povo pode optar pelo candidato que é a FAVOR, ou CONTRA o aborto, mas não pode
querer que seja matéria decidida pelo Presidente da República. Seria misturar
alhos com bugalhos em detrimento de si mesmo. Compreende?
Sosígenes
Bittencourt




