Extraído da Veja nº 10 - 10.03.2004 - pg. 11
Martin Seligman, um dos expoentes da "Psicologia Positiva", diz quais os caminhos para alcançar o extraordinário mundo das pessoas felizes. (...) Ele propõe que a conquista da felicidade seja um exercício diário, feito com gentileza, originalidade, humor, otimismo e generosidade. (...) A riqueza tem uma correlação baixa com o nível de felicidade. A boa aparência exerce um efeito pequeno sobre a felicidade. O grande desafio é manter o nível constante de felicidade.
Extraído de Época nº 274 - 18.08.2003 - pg. 48
Estudos recentes mostram que gerenciar o stress no dia-a-dia e incluir prazer na rotina é mais decisivo que "blocar" a vida, dividi-la em blocos, criando zonas estanques para o trabalho e para o descanso. Fórmulas, como "11 meses de sacrifício + 1 de férias magníficas", ou "5 dias de ritmo frenético + fim de semana de puro ócio", estão ultrapassadas. (...) Não adianta você ser dono de um belo salário e viver sem tempo, não ser dono de sua agenda. O que importa são os recursos internos para lidar com o stress.
Extraído de Veja nº 08 - 01.03.2006 - pg. 13
Nosso conceito de felicidade está ligado a emoções de curto prazo. Essa correlação nunca foi verdadeira. As pessoas devem definir o que realmente querem da vida a longo prazo, descobrir quais são seus valores e viver de acordo com eles. Isso é ser feliz.
Thursday, September 07, 2006
Sunday, September 03, 2006
Um poema de amor e dor

Petoefi (1823-1849)
Poeta húngaro
Tu était ma fleur unique,
Tu eras minha única flor,
Tu t’es flétrie; ma vie est un désert.
Tu murchaste; minha vida é um deserto.
Tu était la clarté de mes jours,
Tu eras a claridade de meus dias,
Tu as disparu; il fait nuit autour de moi.
Tu desapareceste; é noite ao meu redor.
Tu était l’aile de mon rêve,
Tu eras a asa do meu sonho,
Tu t’es brisée; je ne puis plus prendre lessor.
Tu partiste; eu não posso mais voar.
Tu était la flamme de mon sang,
Tu eras a chama do meu sangue,
Tu t’es éteinte, je meurs de froid.
Tu apagaste, eu morro de frio.
Friday, September 01, 2006
Fragmentos
Thursday, August 24, 2006
A pátria do barulho
O que me leva a escrever sobre barulho é a conseqüência de festas realizadas em minha rua e uma crônica escrita por Cláudio de Moura Castro em fevereiro deste ano. O economista viveu 15 anos entre a Suíça e os Estados Unidos. Mesma sorte não tive eu, sempre residindo aqui, no foco da zoada. Não sei se me adaptaria à Suíça que, de tão silenciosa, deva ser monótona. Pelo menos para mim, habituado a frevo e maracatu, samba do crioulo doido, trio-elétrico e porta-malas que falam. Outro dia, conheci duas austríacas que falavam mais por gestos do que por palavras. Imaginei que beijassem em meneios de valsa, como se bailassem. Nos dias de festa em minha rua, os meus pais septuagenários não dormem, não sossegam, e minhas elucubrações intelectuais são capituladas. Segundo Cláudio, na Suíça, “os cães não latem e as crianças não berram”. Literalmente, “é proibido cortar grama aos domingos, por causa do barulho das máquinas”. Relata que “em muitos edifícios é proibido tomar banho e puxar a descarga após as 10 horas da noite. Aviões barulhentos não pousam lá”.Bem sei que ninguém tem tempo de estar lendo ou se incomodando com essas coisas como faço agora, mas alguém tem de desabafar pelos que sofrem. Um dos momentos mais pitorescos, dentro da descrição do economista em torno do país dos decibéis, é quando denuncia que aqui “Muitos urram fora da lei. Os pneus cantam nas curvas. A cachorrada da vizinhança tem cordas vocais de aço-molibdênio. As igrejas e os cultos confundem decibéis com fé”.
Penso que Cláudio tem muito o que reclamar nesse seu retorno à pátria do barulho. Eu o aconselharia a entrar numa dessas festas onde a juventude se embriaga ao som e o ritmo de “Lapada na rachada”, para estudar a idéia que hoje se inculca na população sobre os órgãos genitais e o exercício do prazer.
Sosígenes Bittencourt
Monday, August 21, 2006
Coisas que você nunca viu
Wednesday, August 16, 2006
Direito à Alimentação
"A morte pela fome não é um destino das pessoas: atrás de cada criança que morre, encontra-se um assassino." Jean ZieglerJean Ziegler é o Relator Especial da ONU sobre o Direito à Alimentação. A principal norma internacional sobre o Direito à Alimentação está contida no artigo 11 da Convenção Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. De acordo com essa norma, a fome deve ser eliminada, e os povos devem ter acesso permanente à alimentação adequada, de forma qualitativa e quantitativa, garantindo a saúde física e mental dos indivíduos e das comunidades, além de uma vida digna. Segundo o Relator Especial, a fome é definida como insuficiência ou ausência de calorias no organismo. Já a desnutrição é caracterizada pela falta de nutrientes, especialmente de vitaminas e minerais. Uma das causas da fome e da desnutrição é o desemprego. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de 1 bilhão de pessoas não possuem um trabalho que seja capaz de suprir suas necessidades básicas de alimentação. Apesar de diversos estudos demonstrarem que é possível produzir alimentos suficientes para toda a população mundial, 826 milhões de pessoas continuam sofrendo de desnutrição crônica. A cada ano, 36 milhões de pessoas morrem em conseqüência da fome no mundo. O Relator Especial caracteriza essa situação como sendo um "genocídio silencioso."
Multinacionais – Ziegler diz que os que detêm o maior poder no mundo hoje são as sociedades privadas transcontinentais ou multinacionais. Segundo ele, 500 dessas empresas controlam 52% do produto mundial bruto produzido no planeta. “Essas sociedades”, diz Ziegler, “têm um poder que nenhum imperador, rei ou papa jamais teve na história da humanidade”. Quanto à questão do segredo bancário, Ziegler acha que a situação piorou. “A Suíça continua o país mais rico do mundo, cuja riqueza dos bancos provém de capitais do crime. Ao mesmo tempo, a internet aumentou a rapidez de circulação dos capitais, e praças offshore deram vantagens aos fraudadores.”
Rondó para a Vereança - 1988

Eu sou da cerveja e Giba do Bolo
Eu gosto de maxixe e Biuzinho do Chuchu
Eu tenho oinho e Fátima Oião
Eu sou do xarope e Mané do Comprimido
Eu vinha da Compesa e Dário da Celpe
Eu solto traque-bebé e Pedro Bomba
Eu sou professor e Geraldo Enfermeiro
Eu venho de casa e Braz do Trânsito
Eu prefiro cavalo e Jair Carneiro
Eu não sou santo nem Ronaldo de Deus
Eu não brigo com branco nem discuto com Preto
Eu não ando às cegas mas Petrúcio Pisca-Pisca
Eu durmo em paz enquanto Nicolau Vigia
Eu cheguei da confusão e Galego do Rolo
Eu nunca vi lobisomem mas Papa-Figo da Mangueira
Eu não almoço rato sadio nem Neco Rato Podre
Eu conheço meleca e Zé Catota
Eu sou flexível e Mestre das Molas
Eu não aprecio bolo queimado nem Bolo Cru
Eu sou das sereias e João das Cobras
Eu sou de mamãe e Dr. Severino de Conceição Parteira
(Campanha para vereador - 1988)
Sosígenes Bittencourt
Tuesday, August 15, 2006
Caráter e profissão
Segundo o psicólogo norte-americano Roger Gould, "o caráter, em sua acepção mais ampla, engloba a personalidade, e não apenas a parte ética. O caráter é mais importante do que o intelecto".Na vida real, as pessoas continuam sendo escolhidas com base em seus traços de personalidade, muito mais preponderantes do que a bagagem cultural que acumulam.
Você pode, como profissional, ser tecnicamente igual, mas o desempate caber à sua personalidade.
Em geral, quem são esses profissionais ?
- São capazes de conviver por longo tempo em espaço exíguo.
- São capazes de ficar sozinhos sem perder o humor e sem ver afetado o seu desempenho.
- Confiam nos outros e nunca reclamam de desconforto.
- Emoções fortes, positivas ou negativas, produzem neles reações vigorosas, mas não paralisantes.
- Nunca tomam a iniciativa de falar de suas emoções mais íntimas, porém não se furtam de falar delas quando provocados.
- Sabem avaliar o estado de espírito das pessoas que os cercam.
- São ao mesmo tempo agressivos e cuidadosos.
- Aventuram-se mais, mas se acidentam menos que a média.
Monday, August 14, 2006
Quadro de Frases
Saturday, August 12, 2006
Fragmentos - Perfil
*Só sou falador de mim mesmo. Conto tudo a meu respeito. *Quando eu era menino, descobri que já era adulto. Hoje, quando sou adulto, descobri que ainda sou criança. *Aprendi a ler tarde, mas, quando comecei a falar, apanhei pra ficar calado. *Um dia, minha mãe descobriu que eu não era mentiroso, estava fazendo poesia. *Quando comecei a namorar fulana, descobri que estava louco. Hoje, quando ela acabou, descobri que enlouqueceu também. * Namorei tanto que caiu meu cabelo todinho e não tive coragem de me casar. *Não me casei ainda por causa das outras. Depois, por ouvir conselho demais. *Sou torcedor do Sport Club do Recife desde quando minha avó paterna tomava banho e trocava de roupa para ouvir o jogo pelo rádio. *Deixei de jogar bola muito cedo, porque não gosto de ninguém correndo atrás de mim. *Se cerveja gelada e mulher bonita matasse, eu já teria morrido fulminado. *Se desaparecessem todas as mulheres do mundo, eu mandaria dar baixa na minha Carteira Profissional. Não iria trabalhar para sustentar um solitário como eu. *Penso que o mundo vive em guerra, porque o homem acha a paz monótona. *A única vez que tentaram me assaltar, eu não tinha um tostão. E o assalto virou um sobressalto. *Minha mãe cuida tanto de mim, que tenho medo de sair de casa. *Não coloquei o meu nome no meu filho, para não confundirem o seu destino. *Procuro não mentir, para não ter de me lembrar da mentira. *Se não consigo guardar dinheiro, ódio também não guardo. *Se aperreio pagasse compromisso, eu começaria a me aperrear. *Não sou perdulário nem pirangueiro, mas acho que mais vale um prazer do que cem contos. *Evito me meter na vida dos outros, para não descobrir o que não presta. Às vezes, acho que não vale a pena viver sem poder comer sal nem manter relação sexual. *Contam que, quando nasci, fui logo urinando. Mais tarde, deduzi que não fora medo, mas ereção mesmo. *Penso que, se Deus fosse como os homens imaginam, Ele seria injusto. *E se você estiver rindo, me conte sua história, para eu me divertir também.
Sosígenes Bittencourt
Sosígenes Bittencourt
Wednesday, August 09, 2006
Fragmentos
Tuesday, August 08, 2006
Repartindo o Bolo
Na hora de repartir o bolo, todos cantam parabéns e se lambuzam juntos. Os partidos políticos são ramalhetes de siglas e seus membros, os mesmos cidadãos de outrora, os mesmos profissionais. São como times de futebol. Os jogadores são os mesmos de tantas equipes, e a finalidade é vencer. Ninguém está pensando na torcida, só, aparentemente em nome dela, exercendo o ato de jogar, com a finalidade de ganhar dinheiro. Em resumo, os políticos mudam de partido, trocam de máscara, mas a cara é a mesma e o objetivo é ganhar dinheiro. Insaciáveis e impunes, fazem lobby e partem para cima do erário (dinheiro público), com a finalidade de fazer patrimônio e se perpetuar no poder. Isso fica sobejamente provado, quando um político vence e assume as rédeas do cargo. Como aconteceu com Lula. Só dois partidos enterram os pés, na busca de sair do ostracismo, à procura de aparecer sob os holofotes da mídia, que são o PV e o PSOL. Os demais entraram em conciliação com o PT, para comer na gamela. Então, vejamos. O PSDB, encabulado com sua incapacidade de fazer um presidente, apresentou logo Alkmin, para perder mesmo, e aguardar pelas eleições de 2010, quando deverá, através do “lulécio”, eleger o primo Aécio. O PMDB, que congrega as oligarquias regionais, é também extremamente conciliador, e não vê vantagem em arengar com o PT. Como todos se lambuzaram no dinheiro público, entrar em atrito, agora, só trará prejuízo. Mais sanguessugas teriam de ser queimados, como os que não pactuam decentemente no tráfico de drogas. Afinal, Lula enfiou dinheiro público no povo e em propaganda, estabanadamente, não assumiu responsabilidade pelos mais íntimos acusados e condenados do seu escalão e tem tremenda identificação com os conglomerados eleitorais. Até sua linguagem é coloquial, de fácil compreensão. Paciência.Sosígenes Bittencourt
Monday, August 07, 2006
Reconhecendo um Derrame
Durante um churrasco, uma amiga tropeçou e caiu. Ela assegurou a todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um tijolo por causa de seus sapatos novos. Ofereceram chamar um médico. Eles a limparam e lhe deram um novo prato de comida. Enquanto parecia um pouco agitada, Ingrid aproveitou o resto da noite. O marido de Ingrid ligou mais tarde, dizendo a todos que sua esposa tinha sido levada ao hospital. Às 18:00, Ingrid faleceu. Ela sofreu um derrame no churrasco. Se eles tivessem sabido identificar os sinais do derrame, talvez Ingrid estivesse conosco hoje. Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame dentro de 3 horas, pode reverter totalmente os efeitos de um derrame... totalmente. Disse que o truque era ter um derrame reconhecido, diagnosticado, e chegar ao paciente dentro de 3 horas, o que é difícil. Às vezes, os sintomas de um derrame são difíceis de identificar. Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham em reconhecer os sintomas do derrame.
Agora os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame fazendo três simples perguntas:
1. Peça ao indivíduo para SORRIR.
2. Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
3. Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES coerentemente. “O dia está ensolarado hoje”.
Se a pessoa tiver problema com alguma destas tarefas, chame um médico imediatamente e descreva os sintomas ao expedidor. Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos poderia identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do discurso, investigadores incitaram o público em geral para aprender as três perguntas. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da associação americana de derrame em fevereiro passado, difundindo o uso deste teste que poderia resultar no diagnóstico e no tratamento do derrame e impedir os danos cerebrais.
Saturday, August 05, 2006
Quadro de Frases
Fragmentos
Fragmentos
Friday, August 04, 2006
Rimas Pernambucanas

Salgadinho, Salgueiro e Panelas
Água Preta, Águas Belas
Cortês e Custódia
Orobó e Orocó
Bezerros, Lagoa dos Gatos
Sairé e Saloá
Sanharó e Santa Maria do Cambucá
Aliança e Calçado
Pedra, Lajedo e Granito
Flores, Floresta e Primavera
São José do Egito
Gameleira e Afogados da Ingazeira
Taquaritinga do Norte e
São Benedito do Sul
Serinhaém e Tracunhaém
Bonito, Rio Formoso
Quipapá e Gravatá
Inajá e Itamaracá
Frei Miguelinho, Santa Terezinha
Petrolina e Petrolândia
Camarajibe e Santa Cruz do Capibaribe
Goiana e Cumaru
Camutanga e Ipubi
Jupi, Camucim e Itapetim
Poção, Pombos
Xexéu e Exu
Calumbi e Caruaru
Iati e Ouricuri
Agrestina e Abreu e Lima
Moreno e Amaraji
São Caetano, São Joaquim do Monte
São José da Coroa Grande
São João do Belmonte
Solidão e Tacaimbó
Jaboatão e Cabrobó
Ibirajuba, Itacuruba
Jataúba e Timbaúba
Palmares e Palmeirinha
Vertentes e Verdejante
Macaparana, Paranatama
Tuparetama e Toritama
Cedro, Machados e São João
Triunfo, Venturosa e Glória
Vitória de Santo Antão
Sosígenes Bittencourt
Quadro de Frases
Wednesday, August 02, 2006
Um morto andando pela cidade

Amanheço morto na cidade. Tomo conhecimento de que morri logo cedo. Sou um morto muito especial, porque posso negar a minha morte, abrir a porta e sair andando, respirando o ar, rever as ruas, os lugares antigos por onde passei quando criança e que o tempo foi modelando, ora para melhor, ora para pior. Posso perceber, agora, que alguns lugares é que morreram. Caminho com um ar importante pelas ruas, porque posso descrever o que desapareceu. O cheiro do Café São Miguel, as meninas do Colégio Municipal, picolé de mangaba, disco de vinil com o retrato de Carlos Gonzaga, sessões dominicais de cinema, com sabor de ping-pong, Rock Lane a cavalo. Sou um morto que pode contemplar o nojo, a paixão e o tédio dos que me rodeiam e me julgam. Tenho direito a mais um dia, um jantar, telefonar para marcar um encontro. Principalmente, ir ao encontro e praticar, meticulosamente, a arte de dar e receber amor, como na milenar receita de Vatsyayana, o Kama Sutra de todo dia. Sinto-me vaidoso de minha morte. Sem esquife, castiçal, lampejo de vela, coro lúgubre de carpideiras e meu derradeiro desfile, horizontal, pela cidade. Respondo a alguém que me telefona para saber a verdade: - Morrer na boca do povo faz mais sucesso do que morrer de verdade. Não é todo dia que se é um morto andando pela cidade. Lembra-me os versos de Mário Quintana:
Da primeira vez em que me
assassinaram
Perdi um jeito de sorrir que eu
Tinha...
Depois, de cada vez que me
mataram,
Foram levando qualquer coisa minha...
Sonho com alguém me perguntando: - Sosígenes, você andou morrendo ?
- Não, ando sem tempo para a morte.
Sosígenes Bittencourt
Tuesday, August 01, 2006
Fragmentos
01. Do São João e da Seleção, só restaram cinzas.
02. Não há melhor agasalho do que o abraço da pessoa amada.
03. O futuro a que chegamos denuncia o passado que tivemos.
04. Sem o oxigênio, morreríamos; por causa do oxigênio, morreremos.
05. Vivo dividido entre duas literaturas: a escrita e a vida real.
06. O sol nasceu para todos, mas implica em sair da sombra.
07. Não perca quem você ama para as drogas. Você pode precisar de carinho.
08. Há advogados que não são advogados, são equivocados.
09. Poluir o meio ambiente é uma forma de lambuzar-se.
10. Em São Paulo, celulares em celas são acusados de incentivar celerados.
Sosígenes Bittencourt
02. Não há melhor agasalho do que o abraço da pessoa amada.
03. O futuro a que chegamos denuncia o passado que tivemos.
04. Sem o oxigênio, morreríamos; por causa do oxigênio, morreremos.
05. Vivo dividido entre duas literaturas: a escrita e a vida real.
06. O sol nasceu para todos, mas implica em sair da sombra.
07. Não perca quem você ama para as drogas. Você pode precisar de carinho.
08. Há advogados que não são advogados, são equivocados.
09. Poluir o meio ambiente é uma forma de lambuzar-se.
10. Em São Paulo, celulares em celas são acusados de incentivar celerados.
Sosígenes Bittencourt
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