Monday, January 30, 2012

Sport 4, Náutico 3

Enxerida é minha impressora. Só por causa do jogo, ela hoje, quando imprime, faz uma zoadinha assim: O SPORT O SPORT O SPORT O SPORT O SPORT... Tem jeito?

Saudações rubro-negras!

Sosígenes Bittencourt

Ditadura braba

Isso é DITADURA braba. Num mundo que considera PALMADA crime, a cena revela que aquilo que é proibido ao povo, é concedido ao autoritarismo. Autoridade se conquista pelo exemplo, autoritarismo é imposição e falta de respeito. É fácil de entender. A DITADURA desarma a população e proibe castigo, não porque queira combater violência, mas porque quer ESTATIZAR a violência.

Indignado abraço!

Sosígenes Bittencourt

Sunday, January 29, 2012

Os políticos, o povo e a burrice

No Brasil, só quem consegue ser mais burro do que os políticos é o povo. Os políticos são burros porque pensam que política traz felicidade, o eleitor é pior porque pensa que os políticos vão fazê-lo feliz.

Estúpido abraço!
Sosígenes Bittencourt

Saturday, January 28, 2012

Fragmentos

Em tempo de Controle da Natalidade,

disse o espermatozóide ao óvulo:

- Amigos, amigos, fecundação à parte!

Sosígenes Bittencourt

Friday, January 27, 2012

Apoio Cultural

*Farmácia Santo Antão *Faintvisa *Antônio de Lemos *Piernet *Ronaldo Seguros *Grupo Veneza *Casa Funerária Oliveira *Vereador Novo da Banca *Marçal Seguros *Espaço Básico *Supermercado Vitória *Vereador André de Bau *Tec Info *Autoescola Nova Dinâmica *Gamela de Ouro *Dígitu's *Palácio dos Alimentos *Edilson Protético

Comentando no Facebook

*Se o seu caso é SEXO, não há nexo com o CASAMENTO. Casamento tem nexo com SENTIMENTO. Na relação amorosa, o protagonista é a AMIZADE, o sexo é personagem.
*O casamento não se resume a 3 relações sexuais semanais, tem os pratos pra lavar.
*A fronteira do proibido pode ser a beira do abismo.
*O Feminismo é um expediente suicida. Coisifica o homem e desprotege a família, desumaniza a vida.
*O Face só tem vantagem. É embriagador sem ser álcool, além de ser um BOOK.
Bêbado esfaqueado no chão. Alguém pergunta: - De onde é este rapaz? Alguém responde: - De MAUÉS. Alguém conclui: - Terra, como tu ÉS MAU, MAUÉS.

Sosígenes Bittencourt

Fragmentos

Não me sai do pensamento

a IDEIA de que IDEIA não tem mais acento.

Sosígenes Bittencourt

Wednesday, January 25, 2012

Comentando no Facebook

*O conselho é oriental. Nós deveríamos comer a metade, andar o dobro e rir o triplo. Quando me chamam, eventualmente, de palhaço, respondo: Quem faz os outros rirem não palhaço, é psicoterapeuta.
*O BELO está em crise, vivemos a exaltação do FEIO.
*Morrer de desastre, perseguido pela polícia, em Gravatá, é o cúmulo da infelicidade. Gravatá é um dos derradeiros paraísos pernambucanos.
*O que mais cresceu, em Vitória, nas últimas décadas, foi o número de assalto.
*Isso me faz lembrar uma quadrinha que o falecido barbeiro Moisés fez com o destino do sertanejo.
O sertanejo, ao nascer,
Tem seu destino traçado,
Se, de sede, não morrer,
Por certo morre afogado.

Sosígenes Bittencourt

Tuesday, January 24, 2012

Fragmentos

Por isso, aconselho: não assista a filme de TERROR, veja CARDINOT.

Visita a Gravatá



No último dia do ano, fui fazer uma visitinha a Gravatá, incentivado por Aninha Marques, atualmente fazendo locução na Rádio Metropolitana em Vitória de Santo Antão. Obrigado!
O centro da cidade estava movimentado, mas sem barulho, sem papel pelo chão, feira de mangalho, e outras poluições ambientais. No céu, parecia estar ligado um gigantesco condicionador de ar, promovendo abraços refrigerantes em cada esquina. Um cheiro de quintais, de jardins, de flores, frutas e folhas, revesando com um gustativo aroma de carne na brasa, frituras, doces, saladas, sucos, fustigando a língua, assanhando o estômago e provocando a imaginação.
Sentamo-nos por trás da igreja, naquela Varanda histórica, para degustar umas cevadas.

Num instante anoiteceu. As luzes acenderam, e a cidade foi ficando iluminada, dando vontade de botar cadeira na calçada, para ver o povo passar, inalar o perfume das meninas. Mulheres que têm um jeito, uma pele e um rosto que só tem naquele lugar. Daí, eu chamar Aninha Marques de "um souvenir gravataense nas manhãs vitorienses". Arrisco até a repetir que, quando envelhecer, vou morrer em Gravatá. Quero morrer sem alvoroço, para sentir calmamente a emoção derradeira da travessia final.
Depois, tomei o ônibus na rodoviária. Rodoviária é morada de saudade, inspira todo homem. E retornei para Vitória, mimado pelo balanço da viagem, entre dormindo e acordado, sem distinguir direito o que era sonho e o que era realidade. Tanto que saltei em Pombos.
- Professor, isso aí é Pombos.
- Desculpe, condutor, eu sou de Vitória - e reingressei no veículo, que mais parecia um edifício desfilando pela rodagem. (Dezembro de 2009)
Sosígenes Bittencourt

Sunday, January 22, 2012

Eu e Aninha Marques

É tudo que se pode desejar numa noite fria em Gravatá.

Sosígenes Bittencourt

Amor e Sexo

Há uma enorme confusão que se faz entre AMOR e SEXO. SEXO se pratica, AMOR se sente. SEXO é pessoal, AMOR é interpessoal. Ninguém faz AMOR, o que se faz é SEXO. Você pode praticar SEXO sozinho, mas não pode AMAR sozinho, ninguém ama ninguém, ama alguém. Você pode AMAR alguém que esteja em Londres, mas não pode praticar SEXO com alguém que esteja em Londres. Sosígenes Bittencourt

Saturday, January 21, 2012

Virilidade e Silicone

Remédio para virilidade é mulher sem silicone. Não há nada pior para virilidade do que apalpar silicone.
Sosígenes Bittencourt

Fragmentos

Luíza já voltou do Canadá, e o resto pode se danar.

Sosígenes Bittencourt

Friday, January 20, 2012

Quadrigêmeos de molambo

Gostar de aparecer é a falsa embuchada, de Taubaté, professora Maria Verônica Aparecida. Concede entrevista, submete-se a ultrassonografia, desfila que nem uma calua, recebe doação e reconcilia-se com a família do babaca de estimação. Seu marido chama-se Kléber Vieira, que chora quando deveria estar pulando de alegria. A essas alturas, melhor encarar uma barriga de molambo do que um filho de semelhante cara de pau.
De tão inocente, Verônica nem desconfiava de que poderia ser condenada por estelionato. O seu destino poderá ser numa cela, ao lado da falsa deficiente capixaba, para deixar de imitar os outros.
Mas, o que Verônica ensinava aos seus pupilos? Imagine se dá de cara com aquele aluno que ateou fogo no cabelo da professora em São José dos Campos, ou aqueloutro que plantou a mão numa educadora em Suzano?
Como Maria Verônica Aparecida é extravagante! Dissesse que estava com um menino na barriga, mas, quadrigêmeos, é querer aparecer demais. Bem que merecia umas palmadas de uma criança.

Esmolambado abraço!
Sosígenes Bittencourt

Wednesday, January 18, 2012

Big Bobagem Brasil

Sinceramente, cara, mas eu nunca vi uma modalidade de moça tão decente quanto Monique, essa menina que foi estuprada, quando estava nua e embriagada no Big Bobagem Brasil.
Que menina! Ela tomou uma carraspana com um tal de Daniel, em seguida, impulsionada pela emoção, correu para debaixo do edredom, tirou a roupa, amolegou os órgãos genitais do monstro, deixou que ele a bolinasse, caiu nos braços de Morfeu, que nem a Bela Adormecida, e o acusa de estupro. Que violência! Por que Daniel fez isso, minha Nossa Senhora?
Que menina! Não dá pra ficar impressionado com tanto pudor? Que vergonha essa criatura deve ter passado. Daniel é um horror, um aproveitador. Por isso, foi expulso do mais educativo programa de televisão do Brasil, o Big Bobagem Brasil. E deve pegar de 8 a 15 anos de xilindró para aprender que não é legal manter relação sexual com quem está dormindo. Depois, tem as crianças. Elas precisam aprender regras de boas maneiras. Senão, a gurizada vai sair por aí, procurando mulher bêbada para tirar uma casquinha, praticar perversidade.
Que lição deu Monique! Que menina aloprada! Se, todo dia, um Daniel enxerido peitasse com uma Monique dessas, não haveria tanta imoralidade, neste país, nem 50 mil assassinatos por ano.
Fosse eu alguma autoridade, botava os dois para dormir juntos outra vez. Se ele tocasse num fio de cabelo dela, eu o condenaria a cem anos de reclusão. Porém, se ela se esfregasse nele, de novo, eu o devolveria ao Big Bobagem Brasil.
Abestalhado abraço!
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, January 17, 2012

Santo e Fogos de Artifício



Eu costumo dizer que, se eu fosse arriado por dinheiro, teria sido fogueteiro. Por quê? Porque, na minha cidade, soltam fogos de artifício até pra dor de cotovelo. No momento, por exemplo, estão acordando a população na base do estrondo porque é Dia do Padroeiro. É que Santo Antão do Egito, o eremita, Pai de Todos os Monges, é o padroeiro de Vitória de Santo Antão, lugar onde nasci por destino obviamente. Essa história vem do português Diogo de Braga, que veio de Santo Antão do Cabo Verde, em 1626, gostou, botou pra morar e construiu uma capelinha em homenagem a Santo Antão da Mata. Vê que história... O que eu nunca entendi é a razão de soltarem fogos para santo. Santo me lembra reclusão, oração, abstinência. Pois, exatamente, na data litúrgica do santo, 17 de janeiro, a macacada solta fogos, dança forró e enche o cangaço de cachaça em homenagem a um santo que optou por morar no deserto. Ou seja, os fogos – imagino, eu – talvez servissem para relembrar a Vitória dos pernambucanos, quando botaram os holandeses pra correr, no Monte das Tabocas, ou para promover o prefeito de plantão. Também duvido que o pessoal que esteja nas ruas saiba absolutamente nada dessa história: que Vitória se refere à batalha e que o Santo é o do Deserto. Aliás, se Santo Antão era um monge, o que tem a ver com uma troca de tiros no meio de um tabocal?
Pirotécnico abraço!
Sosígenes Bittencourt

Sunday, January 15, 2012

A paz do mundo

Eu tenho mania de pensar que a paz do mundo está no coração. Não há paz no mundo porque procura-se onde não está? Nas coisas mudas, naquilo que está do lado de fora. Nas coisas sem vida, meramente coisas. Por que teima, o homem, em procurar a paz lá onde não está?
Eu penso que a paz não será fundada por algum herói, nem por um regime político, nem pela ciência, a paz só será celebrada quando for extraída do coração.
Se tudo que pensamos repercute no coração, o coração é uma espécie de espelho daquilo que pensamos. Logo, é preciso entender o que faz bem ao coração, explorar o que é saudável ao coração. Isto será bom para o mundo.
Eu tenho mania de pensar que a paz do mundo está no coração.
Sosígenes Bittencourt

Friday, January 13, 2012

Falsa deficiente presa por fraude

Esta mulher, fantasiada de mendiga, imitava uma deficiente para pedir dinheiro no Espírito Santo. Preta, do cabelo pixaim, esfarrapada e embolando pelas ruas, ela ainda achava pouco para despertar a compaixão dos semelhantes. Aí, resolveu teatralizar, bancando a atriz. Virou uma falsa deficiente, arrastando a bunda, com as pernas entrançadas, pelo chão. Reincidente, montaram uma arapuca para pegá-la. Instalaram uma câmara que a filmou, ora como um réptil, ora como um homo erectus. Resultado: foi presa por explorar a boa-fé das pessoas. Não sabia que ludibriar dá cadeia. Sobretudo, não sabia que pobre não pode fazer essas coisas. Pobre já não vale nada, que dirá pobre enrolão. Não entende nada de preconceito. Não sabe que os que a condenam fazem coisa pior. Os políticos, por exemplo, se fantasiam de representantes do povo, fazem promessas, roubam a consciência da massa, para ensacar o dinheiro público. Depois, pegam o dinheiro do povo e compram o próprio povo novamente. Já viram algum preso por isso? E não é novidade que os representantes do povo representam eles mesmos, arengando entre si, mas se defendendo em bloco. Portanto, mendigos verdadeiros ou falsos esmolambados, cuidado ao pedir esmola, não mintam, provem que são miseráveis, sem falsidade.

Preconceituoso abraço!

Sosígenes Bittencourt

Thursday, January 12, 2012

Ir a Tamandaré

Estão danado me chamando para ir a Tamandaré. Não me chamem tanto para ir a Tamandaré. Ninguém é o mesmo diante do mar. Principalmente, eu, que aprendi a nadar em São José da Coroa Grande. Lá pro lado de Ipojuca, Rio Formoso, Serinhaém e Barreiros. Um dia, devo ter visto, da janela do ônibus, uma menina de saia plissada na frente de um colégio em Rio Formoso. Eram 6 horas da noite. Nunca mais fui o mesmo.

Não me chamem tanto para ir a Tamandaré. Uma vez, eu pulei de um barco, em São José da Coroa Grande, o calção voou e eu afundei nuzinho no mar. Ninguém é o mesmo, com tanto medo, ouvindo o marulho, no pé do ouvido, do mar.

Eu conheço Itamaracá. Reginaldo, o Rossi, andava por lá. Já degustei polvo ao coco em Xaréu, já cochilei na Praia do Paiva, era um lual, a lua espreitando a gente por trás do coqueiral.

Estão danado me chamando para ir a Tamandaré. Posseidon me acuda, Netuno me conserve. Eu nasci no interior da zona da mata, lugar de ruelas, becos sem saída, ladeiras, cheiro de pneu queimando, mingau de Arrozina, cães, gatos e cachaça. Praia é lugar sem fim, começa na grinalda do mar e vai além do horizonte.

Não me chamem tanto para ir a Tamandaré. Eu termino indo a pé.

Oceânico abraço!

Sosígenes Bittencourt