Monday, December 19, 2016

MADURO IMATURO E DURO




Na Venezuela, Nicolás Maduro apodrece e não amadurece. Maduro quer ajeitar a economia, alisando o povo. Toma o dinheiro da população, prometendo devolvê-lo novinho em folha, e o “papel bordado” não chega. Os aviões que carregavam o “bolívar” sumiram do mapa. Diz que foi sabotagem. A moeda é tão fraca que 10.000 bolívares equivalem a 17 reais aqui na Corruptolândia, dinheiro que não dá para um brasileiro se embriagar na base da aguardente de cabeça com tripinha de porco. Ditadura gosta de praticar democracia, desarmando e alisando a população. Sabe que gente sem moeda e arma não tem poder de nada.
Brabo demais, Maduro ergue um muro a colombianos e brasileiros, dizendo que quem está fora não entra e quem está dentro não sai, desconfiado com quem vem e com quem vai.  
Entrevistada, uma brasileira, completamente lisa, aparece tremendo de medo e morrendo de saudade do Brasil. Coitada, deve querer trocar 6 por 1/2 dúzia. Se, do lado de cá, pegar um assaltante exigente, toma um tiro na fisionomia para aprender a andar com dinheiro.
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, December 13, 2016

CRISE SACRIFICA O CRISTO



Crise crucifica o carioca e sacrifica O Cristo, 
horrorizando a Cidade Maravilhosa.
Cristo era humilde e operava milagre,
mas, no Rio de Janeiro, o Cristo Redentor,
“de braços abertos sobre a Guanabara”,
custa 5 milhões por ano e precisa da caridade humana.
Convém flexionar-lhe os braços,
estendendo suas mãos à misericórdia cristã.
Todavia, como trata-se de grana,
o egoísmo humano compromete a dádiva.
Para onde irá a cuia da bilheteria,
depois de contabilizada pela Paineiras-Corcovado?
A arquidiocese roga socorro à fidelidade católica
e curiosidade turística universal.
O Cristo do Rio carece da caridade humana,
sofre, nas intempéries, calor e frio,
necessita do calor humano,
o homem voltar-se para o coração,
da decisão latina:
COR - CO - VADO
(Eu vou para o coração).
Sosígenes Bittencourt