Wednesday, November 14, 2012

O homem e o mundo


Poluir o meio ambiente é uma forma de lambuzar-se.
O homem não destrói o mundo, nem o mundo destrói o homem, o homem destrói o homem. O homem não tem o poder de acabar com o mundo, o homem tem o poder de acabar com a humanidade. Não acabou ainda, porque a humanidade não deixa. O mundo não precisa do homem para sobreviver, o homem é que precisa do mundo para sobreviver.
O homem é um eterno equivocado. Mora num apartamento por cobertura, com receio de ser assassinado pelos pedreiros, e pensa que é rico.
O homem polui o meio ambiente para enricar. Depois, sua riqueza não serve para curar sua falta de ar.
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, November 13, 2012

As empregadas aqui de casa


Eu ainda escrevo um livro sobre as empregadas aqui de casa. Um dia, mainha botou uma empregada tão feia, que papai ameaçou ir embora. O meu irmão acordou, de madrugada, para urinar e deu de cara com ela. Resultado: urinou nas calças.
Se eu estiver mentindo, eu me dane. Teve uma tal de Zeza que foi lasca.
- Professor, eu estou muito triste. Eu estou grávida e não sei como foi isso.
- Isso o quê, Zeza?
- A única coisa que eu fiz, foi colher uma laranjas lá no sítio com o meu primo.
A empregada era tão abestalhada que foi demitida por excesso de atrapalho. Passaram-se os anos, e ela foi piorando. Quando passou da ignorância aguda para a grave, mainha mandou ela se tratar. Tínhamos receio de que ela botasse porcaria no feijão.
Aliás, nenhum preconceito com empregada doméstica. Antes, muita literatura.  
Sosígenes Bittencourt

Saturday, November 10, 2012

Casamento e Felicidade


Claro que você pode ser feliz casado, mas você não tem que casar para ser feliz. A felicidade é dentro e não fora de você. Você tem que namorar qualquer coisa. Há quem colecione asinha de borboleta. 
Vaidade é querer ser elogiado pelos outros, autoestima é estar feliz com o que você faz. A felicidade tem a ver com a autoestima. A vaidade é dependente. 
A questão é que todo mundo quer ser feliz, mas quer que alguém traga a fórmula mágica. Querer ser feliz às custas dos outros é egoísmo. Procure ser original, tenha coragem de ser feliz. Quem é feliz não fuxica nem esfrega sua felicidade no focinho do semelhante, ao contrário, espalha felicidade entre as pessoas, contaminando-as de felicidade.
Sosígenes Bittencourt

Thursday, November 08, 2012

Conversando potoca


Já ouvi dizer que a embriaguez não é culpa do vinho, é culpa do homem. Quer dizer, culpar o vinho pela embriaguez é querer livrar-se da culpa.
Portanto, há quem beba para se DISTRAIR, e há quem beba para se DESTRUIR, gramaticalmente.
Todo alcoólatra inventa um motivo para beber. Um bebeu para comemorar a decisão de ingressar no A. A.
Nunca vi ninguém morrer porque deixou de beber, já vi enlouquecer. Mas, quem disse que alcoólatra tem juízo?
Conheci um bêbado, conversando potoca:
Comer é vício, beber é obrigação.
Se o seu trabalho está atrapalhando sua bebida,
deixe de trabalhar e vá bebericar.
E se você, quando bebe, acorda de ressaca, não durma. Para que dormir, se tens a eternidade para descansar?
Sosígenes Bittencourt

Wednesday, November 07, 2012

Pensando na vida


Dinheiro muito, eu tenho pouco, mas dinheiro pouco, eu tenho demais.
Eu nunca me casei na minha vida. Namorei tanto que caiu meu cabelo todinho e não tive coragem de me casar. Sou um covarde matrimonial.
Não me caso com mulher sem vergonha para não me aperrear, não me caso com mulher decente para não aperreá-la. Também não me casei ainda por causa das outras. Quer dizer, caso com uma? E as outras?
Quanto à saúde, a culpa é do tempo, não tem organismo que aguente. Há duas coisas incompreensíveis na vida: nascer sem pedir e morrer sem querer. Contudo, bulhufas para a morte. Eu não posso passar a vida inteira me preocupando com aquilo que só vai acontecer uma vez. Afinal, não tem mais jeito, o jeito que tem é viver.
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, November 06, 2012

E por falar em animais


Descobri, mais tarde, que, de tanto me preocupar com os homens,
esqueci de amar os animais. Se tivesse investido nos bichos,
teria me decepcionado menos, teria maior recompensa.
Padre Vieira dizia: "É mais seguro ir com pecados ao juízo
de Deus, do que com milagres ao juízo dos homens."
Por quê?  Porque Deus é misericordioso, e o homem é invejoso.
Sosígenes Bittencourt

Sunday, November 04, 2012

ENEM, nem tanto


Às vezes, eu sou acusado de meter o bedelho onde não sou convidado. Mas, matutando sobre o ENEM e outras práticas examinadoras e educativas, observo alguns aspectos que preciso desembuchar. Por exemplo, nunca entendi por que tanto assunto no crânio de um aluno de Ensino Médio. Ademais, a profundidade com que são cobradas as matérias, a exigir raciocínio em nível universitário. O adolescente não pode com tanta coisa. Obviamente, não me refiro a gênio nem excepcional, falo sobre o comum dos mortais. Nem um universitário, que optou por uma área específica do conhecimento, é pressionado a armazenar tamanha salada de conhecimentos. Para dirimir qualquer dúvida sobre o que denuncio, eu pediria que os fazedores de jornadas vestibulares se submetessem a essas sabatinas e publicassem suas notas. Que tal? Já meditaram?
Sosígenes Bittencourt

Friday, November 02, 2012

Passa o Dia de Finados

Passa o Dia de Finados. Finda o Dia de Finados.
E ninguém vê finados. Porque finados findaram,
não têm hora, dia, tempo, mais nada...

Passa o Dia de Finados

tão rápido quanto fora a vida dos finados.

Ninguém desejaria que os finados voltassem
ao mundo para findar outra vez.
Já nos basta morrer uma vez.
Porque só os finados estão livres da morte.
Sobretudo, do medo da morte.

Seria suprema malvadeza do destino nos impor
mais de um fim, embora morra nossa infância,
nossa adolescência, nossa mocidade
e sigamos vivos, vivos até o fim derradeiro.

Passa o Dia de Finados.
E perpassam os finados que conhecemos.
Parece até que os vemos.
De preferência, sorrindo. O mesmo jeito,
a mesma voz, os trejeitos, o figurino.
Nós é que ficamos tão diferentes. Talvez,
nem soubéssemos conversar com os finados,
como antigamente.

Sosígenes Bittencourt

Wednesday, October 31, 2012

A sanha de Sandy


Sandy não é brincadeira, parece obra de um deus ensandecido, malfeitor e debochado. Nem os gregos personalizaram redemoinho tão medonho.
Sandy é furacão no mar e ciclone em terra firme. As más-línguas, ecologistas apressados, logo espalham que é culpa do progresso, da ambição dos próprios norte-americanos que se danam a jogar fogo no ar e terra nas águas.
Quem detesta poluição é o Greenpeace, dedicado à preservação do meio ambiente e defensor indormido do desenvolvimento sustentável. A escritora Rachel de Queiroz dizia que o homem não era merecedor do Reino que Deus lhe deu.  
Quem não acredita que a humanidade poderá salvar o planeta é o britânico James Lovelock, criador da Teoria de Gaia. Para quem não sabe, Gaia é a alegoria grega que representa a Terra.
Meteorologistas, bisbilhoteiros do ar, medidores das ventanias, já andavam mancuricando Sandy. Fuxicaram que Sandy vinha no maior alvoroço por cima do mar. Nada comparável, no entanto, ao Tsunami bíblico que afogou 20 mil criaturas, no Japão, em 2011.
Tempestade da gota foi o furacão Katrina. Em 2005, quase sepulta Nova Orleans vivinha, transformando-a num gigantesco aquário de gente.
Aqui, no Brasil, inundação é enchente. O povo atingido, geralmente sem eira nem beira, sai com os picuás na cabeça.
As enchentes, também apelidadas de “cheias”, apesar de menos espalhafatosas do que os furacões, produzem estrago maior. Diz que é culpa do governo.
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, October 30, 2012

Pensar e Sentir


Sentimento é pau-mandado, depende do pensamento. O coração é o termômetro da emoção, a mente é que ama.
Pensar é tão rápido que você pensa que SENTIU e NÃO PENSOU. É preciso pensar no que se sente, mas, sobretudo, pensar no que se pensa. Pensar naquilo que se pensa é filosófico, é indagação de relação de causa e efeito.
Sosígenes Bittencourt

Sunday, October 28, 2012

Anoiteceres


Anoitece em Vitória. Anoiteço em Vitória. Sou figura noturnal, viajante do ocaso, sonhador como o crepúsculo vespertino, morto de saudade como o final. De olhos vendados, conheço o cheiro dos bairros, dos becos, do meio do mato de minha cidade natal. O cheiro de fumaça, de mingau, de chuva. Sou todo olfato e lembrança. Conheço os trejeitos do meu lugar, os cabelos perfumados, os enxerimentos, o flerte e o gozo. Minha cidade é todinha uma mulher. Chamar-se-ia Vitória das Marias, Maria das Vitórias, tal como é.
Anoitece em Vitória. Anoiteço em Vitória. Saio para passear, impregnado dos prazeres noturnos, das eras do meu tempo, que me viciam e me saciam. Minha cidade muda todo dia, mas não muda o meu sentimento, o fascínio elaborado pela memória, como quem ama o que odeia e odeia o que ama, num jogo de perde e ganha.
Anoitece em Vitória. Sobretudo, anoiteço em Vitória. Enlouqueço em Vitória. Porque ninguém entende o que em nós nem conseguimos explicar. Vitória, meu berço e minha tumba. Minha alma noctívaga vai enredando sua história. O acaso me espreita, a surpresa me seduz, sua bruma, sua luz. Alucinações e desejos, rimas em ‘ina’, adrenalina, serotonina, dopamina. Ah! Vitória, dos meus idos e vindas de menino, minha menina
!
Sosígenes Bittencourt

Thursday, October 25, 2012

Que quer o homem?


O homem acha a paz chata, por isso inventou a guerra, que é mais emocionante. O homem diz que quer ir para o céu, mas faz da vida, na terra, um verdadeiro inferno.
O homem acha o céu monótono, por isso inventou a discórdia, que é mais movimentada.
O homem teme o Inferno, por causa do Diabo. Diz que o Diabo é indormido, sofre de insônia. E acutila a nádega do homem com um tridente em chamas.
O homem diz que ama, mas, na realidade, se apaixona. O amor é bilateral, racional, nasce junto. A paixão é unilateral, irracional, nasce solitária. Mas, a paixão é-lhe mais apaixonante. A emoção é muito rápida, a razão vem de paraquedas.

Enfim, o homem teme a morte, mas cava a própria morte. "O homem não morre, mata-se" - dizia Sêneca.

Sosígenes Bittencourt

Wednesday, October 24, 2012

O homem, os animais


Pensar bem faz bem aos sentimentos. O homem é um ser que pensa, por isso tem emoções. Postura filosófica é pensar no que se pensa. Filosofia é uma reflexão sobre o que pensamos. A vida moderna acelerou nosso pensamento, sacrificando a reflexão e comprometendo a serenidade tão necessárias à paz interior e ao bom convívio social. Os animais são criaturas programadas, não precisam refletir sobre suas vidas, precisam, apenas, de compreensão, de que o homem não atrapalhe sua existência.
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, October 23, 2012

Não ria se puder

Depois do homo erectus e do homo sapiens, o homensalão.
Sosígenes Bittencourt

Monday, October 22, 2012

Besse Cooper aos 116 anos

Esta é Besse Cooper, de 116 anos. Leiam rápido, estamos aos 22 dias do mês de outubro de 2012 depois de Cristo.
Besse é natural do Tenesse e, hoje, vive num asilo em Monroe, no estado da Georgia, nos Estados Unidos.
Parece aquela reflexão de Austregésilo de Athayde quando envelheceu: As pessoas são condenadas a morrer, eu fui condenado a viver.
O mais pitoresco são as explicações de Besse sobre sua longevidade: Não me meto na vida dos outros e não como porcaria.
Outra pérola é a revelação de seu filho Sidney Cooper, de 77 anos: Minha mãe, quanto mais velha, mais espirituosa fica.
Quer dizer, se não se mete na vida alheia, deve ter tido menos aborrecimento do que nós outros. Se não come porcaria, deve comer só vegetais. Os vegetais nutrem-se dos minerais. Os homens deveriam se nutrir dos vegetais. Qualquer quebra nesta cadeia alimentar compromete a saúde.
Portanto, se dona Besse tem saúde, porque não se aborrece e se alimenta do essencial, em qualidade e quantidade, deve sentir-se muito bem, daí a espirituosidade.
Enfim, não sei se ainda daria tempo para seguir seus conselhos e viver para lá dos cem aninhos, de tanto que já comemos porcaria e nos metemos na vida alheia.
Sosígenes Bittencourt

Friday, October 19, 2012

Fragmentos

O fim de Carminha não é trágico. Tragédia é sofrimento imerecido. O fim de Carminha é consequência.
Sosígenes Bittencourt

Atirador entrega-se na Aclimatação


Parece uma rima, mão não é. O atirador, depois de 8h de negociação, entrega-se na Aclimatação. Como se houvesse se aclimatado à ideia de entregar-se.

Conta Fernando Gouvêa, de 33 anos, que estava com a psicóloga, em casa, quando foi abordado por um pessoal que se dizia em “nome da Lei”, entregando-lhe Carta de Interdição Judicial e pronto para interná-lo; que, mediante o expediente, logo se sentiu ameaçado, porque não conseguia identificar os seus eventuais agressores. Quem não se sentiria? Logo, num país, onde a Justiça tem pouquíssima credibilidade perante a opinião pública. Veja-se pesquisa séria, realizada a respeito. Segundo dados fidedignos, o povo só confia na Igreja Católica e nas Forças Armadas. Duas entidades rigorosamente penumbrosas e tumulares. Pobres mortais.
Embora o esquizofrênico seja um paciente que sofra alucinações e sobrevoe um mundo paralelo, podendo ir, desde uma postura de estátua a um salto de asa delta, é um animal que pode conviver com os seres racionais, calmo e eloquente como no caso do atirador. Observe-se depoimento de vizinhos.
O que provoca também inquietante curiosidade é o que fazia Fernando, ao lado de uma psicóloga, com um arsenal de guerra, empilhado dentro de casa. Com a palavra, a Polícia e a Psicóloga. Não é verdade que é proibido portar arma de fogo, com exceção de bandidos filosoficamente desobedientes à Lei? E se o atirador era esquizofrênico, sofria delírio persecutório, por que a psicóloga achava que ele poderia manusear revólver como uma criança se distrai com seu brinquedo?
Acompanhemos a novela que só está começando.
Sosígenes Bittencourt

Thursday, October 18, 2012

Carta judiciária faz débil mental surtar e atirar em 3 pessoas


Segundo informações, três pessoas foram feridas a bala no bairro da Liberdade, no centro de São Paulo. Diz que eram um enfermeiro, uma psicóloga e um oficial de  justiça. Eles foram entregar uma Carta de Interdição, enviada pela Justiça, a um débil mental e foram cumprimentados a tiro. Seria engraçado se não fosse trágico. O esquizofrênico dizia haver sido policial, sem ser. Como  todo esquizofrênico, ele vive dividido entre dois mundos, um imaginário e um real. Quando prevalece o mundo virtual, ele surta, podendo ficar deprimido, petrificado feito uma estátua, ou eufórico, querendo abrir a porta e correr pela rua. 

O sujeito que opta por ser policial, neste país,  já anda doido para arrumar encrenca, e aquele que pensa que é policial, sem ser, está completamente doido. Deve ser um doente que sofre de delírio persecutório, ou seja, pensa  que tem gente querendo acabar com sua raça.

Os profissionais baleados foram ingênuos. Levavam uma Carta Judiciária que impedia o doente de responder pelos seus atos. Quando o débil recebeu a notícia, entrou em pânico e largou bala nos mensageiros. O oficial de justiça, a psicóloga e o enfermeiro não deram a mínima para a gravidade do estado mental do paciente. Ou não entendem nada de loucura, ou são displicentes.
Até o momento em que redijo estas linhas, a polícia ainda não conseguiu a rendição do acuado. Ele está em sua residência, assistindo à televisão, armado até os dentes e danado da vida com a carta que desconsidera até sua assinatura.
Sosígenes Bittencourt

Wednesday, October 17, 2012

Delegado revoltado



Acabei de assistir ao depoimento de um delegado, revoltado com uma juíza que soltou menores que haviam sido apreendidos por ele com armas de fogo e drogas, quando os meninos já são reincidentes.

Daí, minha grande pergunta: Quem foi que mandou proibir uso de drogas no país? E ninguém entende minha indagação, nem responde. 

O que acontecerá no show de rock do Rio de Janeiro? Uso de drogas a céu aberto. E como é que é proibido? 

Sosígenes Bittencourt

Tuesday, October 16, 2012

A invenção de cotas raciais

Essa questão de cotas raciais é uma postura mais de natureza política do que outra coisa. Porque a grande causa do fracasso de negros em concursos públicos e nos vestibulares é a educação de má qualidade. Por quê. Sobretudo porque são pobres. Ora, se você cria cotas para os negros pobres, onde ficariam os brancos pobres? A questão me parece não ser relativa à cor, mas relativa à acessibilidade ao ensino de qualidade. E essa é uma responsabilidade do Estado. A artimanha política é criar sistema de cotas para negros para angariar simpatia da população negra, que é a maioria. Se você for indagar os próprios negros, eles acharão que esse sistema de cotas é uma forma de discriminação. Por exemplo, aquele negro que opta pelo sistema de cotas já denuncia sua incapacidade de disputar num outro tipo de sistema. Ademais, você para instituir um sistema de cotas terá que, obviamente, saber se aquele negro deve ter acesso a um ensino de qualidade, ou não. A pergunta é a seguinte: por que não se cria sistema de cotas para brancos? Há brancos pobres que não têm acesso a ensino competente. Portanto, o grande empecilho não deve ser encarado como a cor, mas como a deficiência no ensino público, que não oferece iguais condições de competitividade entre as classes sociais. O estado não investe, nesta área, como deveria. Por isso, os melhores professores vão para as escolas particulares e fogem das escolas públicas. O discurso é de que educação é prioridade, mas nunca foi, é falácia. É "tertulia flacida ad bovinum adormentarem", ou seja, conversa mole pra boi dormir.Também seria bom frisar que igualdade, nos termos políticos em que se coloca, para galvanizar popularidade, é engodo, um mito, fundado pela Revolução Francesa. Ela nunca existirá. As pessoas, por si mesmas, estabelecem desigualdades. Porque, paralelamente, depende do empenho de cada um, de talento, de competência. Mesma condição não significa mesmo resultado. (Publicado em 27/11/2011)

Sosígenes Bittencourt