Wednesday, February 01, 2017

MORTE DE RAMINHO, FOTÓGRAFO



Consolemo-nos, à passagem do nosso querido amigo Raminho, com os versos do filósofo grego, do período helenístico, Epicuro de Samos (341-270 a. C.):

A morte não é nada para nós,
pois, quando existimos,
não existe a morte, e,
quando existe a morte,
não existimos mais.


Raminho, agora és detentor
de um segredo só a ti revelado.
Raminho, tu eras como nós somos
e nós seremos como tu és.


Até breve, amigo!

Requiescat in pace!
Sosígenes Bittencourt

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