Thursday, April 30, 2015

INDONÉSIA E O USO DO "PUTAW"

A questão crucial é a seguinte: a Pena de Morte evita o consumo de drogas na Indonésia? Necurica! Sequer inibe. Os jovens consomem uma droga chamada "putaw" (pronuncie-se "putau"), se equilibrando sobre o teto dos trens de Jacarta. Eu sugeriria - como nós temos a "cracolândia" - um nome pitoresco: a "PUTAWLÂNDIA".
Sosígenes Bittencourt



Wednesday, April 29, 2015

JOKO WIDODO FUZILA MAIS 8 NA INDONÉSIA



Já está fedendo o cadáver do brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos, fuzilado, na Indonésia, porque carregava 6 quilos de cocaína, em 2004, em pranchas de surfe. Condenado a Pena de Morte, em 2005, cumpriu 10 anos de tortura psicológica até o momento de sua execução, ontem, 28 de abril de 2015.
Gostar de namorar a morte é traficante de droga na Indonésia. Aliás, flertar com a morte é um esporte radical. Os traficantes e os praticantes de rapel que o digam.
A única tentativa de salvar o brasileiro Rodrigo Gularte, de 42 anos, do pelotão de fuzilamento, era provar que Rodrigo era meio doido. Todavia, quem seria mais doido, Rodrigo ou Widodo?
Presidente da Indonésia, Joko Widodo não quer saber do Papa Francisco nem de Dilma Roussef. Já havia despachado o brasileiro Marco Archer, em janeiro deste ano, e, agora, encomendou a alma de Rodrigo.
Mas, não foi só Rodrigo, Widodo mandou matar mais 7, na álgida sessão burocrática de fuzilamento. Widodo tem medo de afrouxar a rédea, e a Indonésia virar uma “cracolândia”. Por outro lado, atirar na caixa dos peitos de estrangeiros, depois da demolição do Muro de Berlim e a abertura “light” da fazendola de Fidel Castro, é muita vaidade e saudosismo da truculência de ditadores empedernidos da história da humanidade.
Deus nos defenda! Não devemos ir a Jacarta nem pra chupar picolé. Descartemos turismo em Jacarta.
Sentenciado abraço!
Sosígenes Bittencourt

Tuesday, April 28, 2015

PROVOCAÇÕES



A morte não tem o que fazer,
provoca a morte de Antonio Abujamra.
Sosígenes Bittencourt

Monday, April 27, 2015

VEREADOR EDMO NEVES



Professor Edmo lamenta morte de Dona Lia, da Cativa
Na sessão da quinta-feira (13/04) o professor Edmo Neves (PMN) apresentou um requerimento com um voto de pesar pela morte de Maria Azevedo de Andrade. A proposta foi aprovada por todos os vereadores presentes a reunião.
Dona Lia, como era conhecida, tinha 98 anos e era viúva de Manoel Rodrigues de Andrade, fundador da fábrica Cativa e morreu em casa, no bairro do Cuscuz, no dia 21 passado. O velório aconteceu durante toda a terça-feira no templo da 1ª Igreja Batista da Vitória de Santo Antão.
“Participamos do velório, da cerimônia de sepultamento e percebi que nossa cidade sentiu muito o falecimento de Dona Lia, que junto com seu marido tiveram salutar importância para o desenvolvimento econômico do município, haja vista a atuação da fábrica de alimentos Cativa que, por anos, gerou emprega e renda para inúmeras famílias”, explicou o Professor Edmo, em seu pronunciamento no plenário.
Na década de 60, dona Lia participou ativamente da construção do atual prédio da 1ª Igreja Batista deste município, fortalecendo e favorecendo a religiosidade e, por consequência, ajudando na formação de vários cidadãos.

PEQUENAS CRIANÇAS, GRANDES NEGÓCIOS



Se crianças não podem pedir esmolas para matar a fome dos seus pais, também não podem fazer pantomimas eróticas para saciar a ganância dos mesmos.
Não interessa se MC Belinho é funkeiro e famoso, o que importa, para a Justiça, é a proteção da belinha MC Melody. A Justiça observa que a menor está desprotegida, porque está sendo exposta publicamente quando é incapaz de avaliar e decidir por si própria, programar sua vida.
Internet não é brincadeira, ela pode render hipotético sucesso e comprometer o seu futuro. De repente, há milhares de pessoas, silenciosamente, avaliando sua postura e suas palavras. É uma casa destelhada onde todos julgam e são julgados.
Se MC Belinho não sabe exatamente o que está fazendo, a Justiça deverá fazer uma avaliação do feito. Uma criança não pode ser erotizada aos holofotes e à luz meridiana, e as autoridades fingirem que não veem, sobretudo quando há clamor e denúncia.
MC Belinho, ingenuamente, diz que sua filha está se saindo melhor na escola, porque está sendo apaparicada depois do sucesso dos requebros sensuais. Esquece que sair-se bem na escola é sair-se bem nos estudos, não é receber paparicos. Ele considera um espetáculo o espalhafato que está promovendo com o seu rebento de menor idade.
Sosígenes Bittencourt